VITAMINA D, UMA POSSÍVEL CURA PARA DOENÇAS AUTOIMUNES

Vitamina D, UMA POSSÍVEL CURA PARA DOENÇAS AUTOIMUNES

Edição Vol. 2, N. 16, 17 de Agosto de 2015

DOI: http://dx.doi.org/10.15729/nanocellnews.2015.08.17.003

Uma simples exposição aos raios solares da manhã ou ao final da tarde por 20 minutos podem ser o suficiente para se evitar diversas doenças autoimunes como, Encefalomielite autoimune, Artrite induzida por colágeno, Doença inflamatória intestinal, Diabetes tipo 1, Lupus eritematoso sistêmico, Tireoidite, Artrite de Lyme, Artrite reumatoide e Esclerose múltipla, inclusive a perca do neném até o terceiro mês de gravidez! Leia abaixo para saber mais!

Daremos início a uma nova série sobre as possibilidades de tratamento de doenças degenerativas e que progressivamente debilitam o indivíduo impossibilitando de ele ter uma vida social considerada normal e com qualidade de vida. O tratamento em questão é a base de Vitamina D. Isso mesmo! Aquela vitamina que é produzida pelo corpo pela exposição aos raios solares. Mas será que uma simples vitamina, que hoje já é considerada um hormônio, pode ter tantos efeitos benéficos ao invés de se fazer uso de corticoesteroides, interferon e outros medicamentos abusivamente caros e com diversos efeitos colaterais?

Apresentaremos depoimentos de pacientes que já fazem uso do tratamento com a Vitamina D, seu tempo de uso e o que melhorou em suas vidas. E aqueles que não tiveram a mesma “sorte”, se é que podemos chamar isso de sorte! Além de vários artigos científicos que comprovam ou refutam o uso da Vitamina D3 como tratamento para diversas doenças debilitantes.

DOENÇAS AUTOIMUNES

Depois de doenças cardiovasculares e câncer, as doenças autoimunes considerando como um único grupo como todo, são a terceira principal causa de morbidade (conjunto de causas capazes de produzir uma doença) e mortalidade (atributo ou condição de qualquer coisa que produza ou provoque a morte) no mundo industrializado (1). Há mais de oitenta doenças autoimunes definidas e conhecidas em seres humanos (2). Uma interação multifatorial, isto é, uma interação entre várias situações diferentes como, entre a predisposição genética, imunológica, hormonal e estímulos ambientais contribui para o desenvolvimento da doença autoimune (3). Os agentes que podem provocar a doença autoimune, incluem infecções, imunógenos de vacinas (Imunógenos ou Imunogenicidade é o termo utilizado para demonstrar a capacidade que uma substância tem de induzir uma resposta imunológica, é também o termo utilizado para vacinas, isto é, adjuvantes utilizados para aumentar a resposta imune (4, 5) (veja mais em http://www.nanocell.org.br/neuronios-que-controlam-a-fome-tambem-podem-controlar-doencas-autoimunes/), o tabagismo e o estresse, e assim por diante, como descritos na literatura (6).

A prevalência de algumas doenças autoimunes pode ser tão elevada quanto 5% na população geral (7). Pouco se sabe sobre fatores atenuantes até recentemente. Evidência de que a doença autoimune pode ser uma doença por carência ou falta de vitamina D vem de muitos estudos. A radiação solar (raios ultravioletas) e vitamina D têm sido mostrados em inibir a indução de um número de doenças autoimunes em modelos animais (8, 9). (Ver Tabela 1).

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A doença autoimune deve variar consoante a época, temperatura, nível de irradiação ultravioleta, latitude, raça ou cor da pele, índice de massa corporal (IMC), atividade física, e suplementação de vitamina D, se é que é um processo devido à carência de vitamina D.

O QUE É A VITAMINA D?

A vitamina D é produzida a partir de 7-desidrocolesterol por ação da radiação ultravioleta (UV) na pele e é hidroxilada a sua molécula ativa de 1,25-di-hidroxivitamina D (1,25D3) pelo fígado e rins (11). Um papel para a vitamina D e a radiação UV na doença autoimune foi inicialmente sugerida pelo gradiente latitudinal [isto é, na posição das cidades em relação a linha do Equador onde quanto mais próximo da linha do Equador (linha imaginária que corta a Terra ao meio no sentido horizontal) maior a incidência dos raios solares], na prevalência e incidência de muitas doenças autoimunes (12). Os estudos epidemiológicos, onde se avaliam a correlação entre o número de casos de pessoas com doença autoimune e a deficiência de vitamina D desde então confirmaram a associação de baixos níveis de vitamina D com o aumento da susceptibilidade à doença autoimune, em alguns casos, quando os níveis de vitamina D são medidos antes do aparecimento clínico da doença (13-16). A dose ideal de suplementação com vitamina D para alcançar um nível suficiente de 25-hidroxivitamina D não é clara, embora pareça ser superior a 800 unidades internacionais (17) (Figura 1).

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Figura 1: A síntese da vitamina D3, sua ativação e catabolismo. A vitamina D3 é produzida na pele pela quebra pela luz do sol de 7-desidrocolesterol. A vitamina D é transportada para o fígado por meio da proteína do soro ligante de vitamina D, onde ela é convertida em 25-hidroxivitamina D3, o principal tipo circulante de vitamina D, a vitamina D3. O passo final de ativação, 1α-hidroxilação, ocorre principalmente, mas não exclusivamente, no rim (veja figura), formando a 1,25-di-hidroxivitamina D3, a forma hormonal da vitamina. O catabolismo ou quebra da vitamina D3, sua inativação, é levado a cabo pela 24-hidroxilase, que catalisa uma série de passos resultantes na quebra da molécula. Figura modificada de (18).

A deficiência de vitamina D é comum em latitudes longe do equador (19), e como a abstinência solar tem estado em voga durante as últimas décadas, por medo de indução de câncer de pele. A exposição ao sol (uma dose mínima com a exposição de corpo inteiro, 10 a 15 minutos) pode rapidamente produzir 10.000 ou mais unidades de vitamina D (20), sem causar toxicidade. A vitamina D utilizada por via oral a 10.000 UI por dia durante vários meses não provoca toxicidade (20). A vitamina D é um hormônio disponíveis em alguns alimentos e suplementos ou produzida na pele a partir de 7-desidrocolesterol após a exposição à luz ultravioleta B (Figura 1). A pré-vitamina D resultante é então hidroxilada no fígado para hidroxivitamina D (25 (OH) D) e mais hidroxilada no rim a 1,25-di-hidroxivitamina D (1,25 – 2D OH) que é o hormônio ativo envolvido na absorção do cálcio no intestino. A vitamina circulante é a 25(OH)Vit D (que é considerada a que é dosada no sangue) pode também ser utilizada como substrato em muitas células para produzir localmente (1,25 (OH) Vit. D2), o hormônio ativo, através da enzima CYP27B1 (1α-hidroxilase) e é inativado pela enzima CYP24A (24-hidroxilase) (18). O papel clássico de vitamina D é para regular homeostase do cálcio (18). Doenças de curta latência, tais como raquitismo e osteomalácia, podem ser curadas com níveis de 25 (OH) D > 25 nmol/L. Em uma doença de longa latência, tais como a osteoporose, os níveis de 25 (OH) D > 50 nml/L foram mostrados em reduzir fraturas.

RELAÇÃO DA VITAMINA D COM DOENÇAS AUTOIMUNES

Nos últimos vinte anos, a importância da vitamina D no papel de hormônio foi mostrado em influenciar várias outras doenças, incluindo o câncer, aumentando a apoptose em células cancerosas e protegendo o DNA em células normais (21). O seu efeito sobre o sistema imune e infecções está apenas começando a ser compreendido, e doses muito mais elevadas de vitamina D podem ser necessárias para ser eficaz na luta contra o vírus, bactérias e fungos (22). A vitamina D é agora reconhecida como sendo essencial para a produção de beta-defensina2 e NOD2 na doença de Crohn (23). A doença de Crohn é uma forma de Síndrome do Cólon Irritável (SCI), que atinge entre 10 e 20 por cento da população dos EUA em algum momento de suas vidas. Não há nenhuma causa ou cura conhecida para SCI, nem há qualquer maneira conhecida para prevenir os surtos da doença. A SCI é mais comumente caracterizada por intensa dor abdominal, gases, inchaço, cólicas e crises alternadas de constipação e diarréia. A beta defensina 2 é conhecida por codificar uma proteína anti-microbiana, ao passo que o NOD2 ajuda a alertar as células para a presença de micróbios invasores. A falha do NOD2 é conhecida por evitar que o sistema imunológico reaja adequadamente às infecções intestinais (23).

O papel na regulação do sistema imunitário em relação à autotolerância e a autoimunidade começa com uma compreensão do impacto da vitamina D sobre os nossos genes. A pesquisa está mostrando que existem cerca de 2.776 “sítios de ligação” da vitamina D sobre o genoma humano, com pelo menos 229 genes associados com a doença de Crohn e diabetes tipo 1 (24). Muitos destes sítios de ligação no genoma da Vitamina D estão concentrados em torno de genes ligados a doenças autoimunes (Tabela 1). Além disso, a vitamina D suprime a patologia da doença autoimune por regulação da diferenciação e da atividade das células do sistema imune, as células T, favorecendo que essas células sejam menos autorreativas e inibindo a autoimunidade (2).

O QUE DIZEM OS ESPECIALISTAS

As orientações da Sociedade de Endocrinologia dos EUA oferecem alguns conselhos contraditórios. Eles dizem que praticamente todo mundo nos EUA deve tomar suplementos de vitamina D3, mas que apenas aqueles em risco de deficiência de vitamina D devem ter seus níveis sanguíneos de vitamina D verificado.

Apenas aquelas pessoas cujos níveis sanguíneos de 25(OH)D estejam acima de 30 ng/mL estão recebendo suficiente vitamina D. Níveis mais baixos do que 30 ng/mL são “insuficientes” para a manutenção de uma saúde boa, e aqueles com níveis abaixo de 20 ng/mL são francamente deficientes em vitamina D.

Mas níveis muito mais elevados são melhores, diz o presidente da comissão Michael F. Holick diretriz, MD, PhD, diretor do laboratório de pesquisa da vitamina D pele e osso na Universidade de Boston.

“O comitê decidiu que 30 ng/mL é o nível mínimo, e recomendou 40 a 60 ng/mL para crianças e adultos”, disse Holick em uma coletiva de imprensa online.

Então, quem está em risco de deficiência de vitamina D? Muitos de nós:

  • Crianças de todas as idades

  • Mulheres grávidas e lactantes

  • As pessoas obesas

  • Pessoas de pele mais escura, em particular os de ascendência Africana ou Latino-americana

  • Qualquer pessoa com uma síndrome de má absorção, tais como fibrose cística, doença de Crohn, ou doença inflamatória do intestino

  • Qualquer um que tenha feito a cirurgia bariátrica

  • Qualquer pessoa com osteoporose, osteomalácia, ou uma pessoa idosa que teve uma queda ou fratura

  • Pessoas com doença renal crônica

  • Pessoas com insuficiência hepática

  • As pessoas que tomam medicamentos anticonvulsivantes, glicocorticoides, medicamentos contra a AIDS, ou antifúngicos

  • Pessoas com distúrbios de formação de granuloma, como a tuberculose e sarcoidose

E ainda muito mais de nós estamos em risco de insuficiência de vitamina D, como os estudos acham que é relativamente comum as pessoas terem níveis de vitamina D abaixo de 30 ng/mL.

ALIMENTOS COM VITAMINA D

Poucos alimentos transportar mais vitamina D que não seja o salmão. Leite e suco de laranja é enriquecido com pequenas doses (Figura 2).

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Figura 2: Alimentos ricos em vitamina D. Fonte: http://www.saudedica.com.br/vitamina-d/

“Então, se você beber cinco ou seis copos de suco de laranja puro e come salmão a cada dia, você receberia tudo que você precisa de vitamina D”, disse Holick.

O corpo faz sua própria vitamina D quando a pele é exposta à luz solar direta. Mas muito tempo no sol direto aumenta o risco de câncer de pele – e usar protetor solar sobre a pele corta a produção de vitamina D em 95%.

A causa de doença autoimune é desconhecida; a teoria predominante afirma que um sistema imunológico hiperativo produz autoanticorpos contra si. Uma hipótese alternativa lógica postula uma etiologia bacteriana em que uma infecção persistente intracelular provoca uma liberação de citocinas que induzem os sinais para as células T e células B, (4) e os anticorpos que elas produzem (contra o micro-organismo invasor) incluem alguns que podem atacar as proteínas humanas, bem como os agentes patogênicos alvos (4, 5, 25, 26) (Veja mais em http://www.nanocell.org.br/neuronios-que-controlam-a-fome-tambem-podem-controlar-doencas-autoimunes/).

Em outras palavras, quando um sistema imune inato é forçado a responder a uma infecção persistente, o que resulta em cascata de citocinas e quimiocinas irá também estimular uma resposta adaptativa.

Em teoria, uma similaridade estrutural ou de identidade entre o hospedeiro e um agente patogênico invasor pode fazer com que o sistema imune do hospedeiro possa reagir, não só contra o patógeno, mas também contra seu próprio corpo.

A Vitamina D reduz os sintomas das doenças autoimunes via supressão do sistema imunológico. A vitamina D inibe processos pró-inflamatórios, suprimindo a atividade aumentada de células imunes que tomam parte na reação autoimune (27). A exposição à luz ultravioleta, especialmente comprimentos de onda de UV-B, podem prejudicar respostas imunitárias em animais e seres humanos (28). A variação sazonal pode ter um impacto sobre a resposta imunitária; no verão, quando a vitamina D3 é maior, de 1,25 (OH) 2D, regula negativamente o sistema imunológico (29). A imunidade diminui após a exposição da pele à radiação UV, o que pode explicar a inclinação de latitude positiva medida para um certo número de doenças autoimunes (isto é, a diminuição da incidência de doenças autoimunes em relação à residência mais próximas da linha do Equador. O Brasil, por exemplo, está bem próximo da linha do Equador) (30).

Como resultado da imunossupressão da inflamação pela vitamina D, marcadores de doenças e sintomas clínicos da doença autoimune são reduzidos, mas isso não trata a causa subjacente e a recaída é comum (31). Infelizmente, alguns pesquisadores acreditam que a imunossupressão é uma coisa boa (32). Grande parte da pesquisa atual se concentra em encontrar drogas para suprimir a inflamação, mas, de acordo com Francis S. Collins (diretor NIH), 95% desses estudos falharam. Parece claro que é necessário uma melhor direção (33).

Fonte:

O post acima é reproduzido a partir de materiais fornecidos pelos artigos (34, 35). Nota: Os materiais foram editados por conteúdo.

Referências

1. Harel M, Shoenfeld Y. Predicting and preventing autoimmunity, myth or reality? Annals of the New York Academy of Sciences. 2006;1069:322-45.

2. Cantorna MT, Mahon BD. Mounting evidence for vitamin D as an environmental factor affecting autoimmune disease prevalence. Experimental biology and medicine. 2004;229(11):1136-42.

3. Molina V, Shoenfeld Y. Infection, vaccines and other environmental triggers of autoimmunity. Autoimmunity. 2005;38(3):235-45.

4. Greco C, Parreira RC, Resende RR. NEURÔNIOS QUE CONTROLAM A FOME TAMBÉM PODEM CONTROLAR DOENÇAS AUTOIMUNES! Nanocell News. 2015;2(15).

5. Parreira RC, Resende RR. NOSSO CORPO NOS PROTEGE, MAS PODE TAMBÉM NOS MATAR! Nanocell News. 2014;1(8).

6. de Carvalho JF, Pereira RM, Shoenfeld Y. The mosaic of autoimmunity: the role of environmental factors. Frontiers in bioscience. 2009;1:501-9.

7. Jacobson EM, Tomer Y. The genetic basis of thyroid autoimmunity. Thyroid : official journal of the American Thyroid Association. 2007;17(10):949-61.

8. Cutolo M, Otsa K, Uprus M, Paolino S, Seriolo B. Vitamin D in rheumatoid arthritis. Autoimmunity reviews. 2007;7(1):59-64.

9. Ponsonby AL, Lucas RM, van der Mei IA. UVR, vitamin D and three autoimmune diseases–multiple sclerosis, type 1 diabetes, rheumatoid arthritis. Photochemistry and photobiology. 2005;81(6):1267-75.

10. Ginanjar E, Sumariyono, Setiati S, Setiyohadi B. Vitamin D and autoimmune disease. Acta medica Indonesiana. 2007;39(3):133-41.

11. Lehmann B, Meurer M. Vitamin D metabolism. Dermatologic therapy. 2010;23(1):2-12.

12. Handel AE, Handunnetthi L, Ebers GC, Ramagopalan SV. Type 1 diabetes mellitus and multiple sclerosis: common etiological features. Nature reviews Endocrinology. 2009;5(12):655-64.

13. Kriegel MA, Manson JE, Costenbader KH. Does vitamin D affect risk of developing autoimmune disease?: a systematic review. Seminars in arthritis and rheumatism. 2011;40(6):512-31 e8.

14. Munger KL, Levin LI, Hollis BW, Howard NS, Ascherio A. Serum 25-hydroxyvitamin D levels and risk of multiple sclerosis. Jama. 2006;296(23):2832-8.

15. Orgaz-Molina J, Buendia-Eisman A, Arrabal-Polo MA, Ruiz JC, Arias-Santiago S. Deficiency of serum concentration of 25-hydroxyvitamin D in psoriatic patients: a case-control study. Journal of the American Academy of Dermatology. 2012;67(5):931-8.

16. Li K, Shi Q, Yang L, Li X, Liu L, Wang L, et al. The association of vitamin D receptor gene polymorphisms and serum 25-hydroxyvitamin D levels with generalized vitiligo. The British journal of dermatology. 2012;167(4):815-21.

17. McCullough ML, Bostick RM, Daniel CR, Flanders WD, Shaukat A, Davison J, et al. Vitamin D status and impact of vitamin D3 and/or calcium supplementation in a randomized pilot study in the Southeastern United States. Journal of the American College of Nutrition. 2009;28(6):678-86.

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20. Hathcock JN, Shao A, Vieth R, Heaney R. Risk assessment for vitamin D. The American journal of clinical nutrition. 2007;85(1):6-18.

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23. Wang TT, Dabbas B, Laperriere D, Bitton AJ, Soualhine H, Tavera-Mendoza LE, et al. Direct and indirect induction by 1,25-dihydroxyvitamin D3 of the NOD2/CARD15-defensin beta2 innate immune pathway defective in Crohn disease. The Journal of biological chemistry. 2010;285(4):2227-31.

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25. Parreira RC, Resende RR. MOLÉCULAS SINTÉTICAS QUE MIMETIZAM ANTICORPOS. Nanocell News. 2015;2(11).

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27. Arnson Y, Amital H, Shoenfeld Y. Vitamin D and autoimmunity: new aetiological and therapeutic considerations. Annals of the rheumatic diseases. 2007;66(9):1137-42.

28. Garssen J, Vandebriel RJ, De Gruijl FR, Wolvers DA, Van Dijk M, Fluitman A, et al. UVB exposure-induced systemic modulation of Th1- and Th2-mediated immune responses. Immunology. 1999;97(3):506-14.

29. Khoo AL, Chai LY, Koenen HJ, Kullberg BJ, Joosten I, van der Ven AJ, et al. 1,25-dihydroxyvitamin D3 modulates cytokine production induced by Candida albicans: impact of seasonal variation of immune responses. The Journal of infectious diseases. 2011;203(1):122-30.

30. Hart PH, Gorman S. Exposure to UV Wavelengths in Sunlight Suppresses Immunity. To What Extent is UV-induced Vitamin D3 the Mediator Responsible? The Clinical biochemist Reviews / Australian Association of Clinical Biochemists. 2013;34(1):3-13.

31. Kim HM, Chung MJ, Chung JB. Remission and relapse of autoimmune pancreatitis: focusing on corticosteroid treatment. Pancreas. 2010;39(5):555-60.

32. Yamshchikov AV, Desai NS, Blumberg HM, Ziegler TR, Tangpricha V. Vitamin D for treatment and prevention of infectious diseases: a systematic review of randomized controlled trials. Endocrine practice : official journal of the American College of Endocrinology and the American Association of Clinical Endocrinologists. 2009;15(5):438-49.

33. Collins FS. Reengineering translational science: the time is right. Science translational medicine. 2011;3(90):90cm17.

34. Handel AE, Sandve GK, Disanto G, Berlanga-Taylor AJ, Gallone G, Hanwell H, et al. Vitamin D receptor ChIP-seq in primary CD4+ cells: relationship to serum 25-hydroxyvitamin D levels and autoimmune disease. BMC medicine. 2013;11:163.

35. Schwalfenberg GK. Solar radiation and vitamin D: mitigating environmental factors in autoimmune disease. Journal of environmental and public health. 2012;2012:619381.

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  • VITAMINA D, UMA POSSÍVEL CURA PARA DOENÇAS AUTOIMUNES
  • 11
  1. Quero comentar aqui o meu caso e a simples solução que encontrei.
    Eu durante 10 anos tive muitos problemas de intestino fiz 3 vezes Colonoscopia, passei por 5 médicos todos com
    diagnósticos diferentes, mandaram eu trocar a alimentação não comer chocolates, especiarias, gorduras, frutas,
    feijão, repolho, brócolis, leite, bebidas gaseficadas, álcool e principalmente alimentos com gluten.
    Como sempre mandou eu comer muitas fibras e muita água.
    Segui a risca todas as recomendações e nada adiantou.

    Meus Sintomas eram esses:
    - Estresse – acho que todos que tem problemas com intestino é estressado ou meio depressivo, no meu caso era assim.
    - Dor Abdominal Forte ou Cólicas
    - Gases
    - Diarréia ou Constipação – dependendo do que eu comia esse quadro se alternava, alguns dias dava diarréia outros prendia o intestino
    - Muco nas Fezes
    Era meio estranho pois tinha tempos que dava uma melhorada e tinha tempos que parece que esses sintomas se agravavam.
    Até que há 2 anos atrás eu comecei a pesquisar sobre probióticos e prebióticos e cheguei a conclusão que o melhor custo benefício como probiótico
    seria o Kefir de Leite e o melhor prebiótico seria a fécula de batata crua pois ela é um amido resistente puro e encontra em qualquer mercado.
    O amido resistente que no caso é a fécula de batata crua passa direto pelo aparelho digestivo sem ser digerido e vai parar no intestino intacto e esse amido resistente serve como alimentação para as bactérias boas do nosso intestino,
    essas bactérias boas você consome através do Kefir de Leite que é uma colônia de bactérias boas para a restauração e renovação da nossa flora intestinal.

    Comecei a consumir todos os dias 2 copos de Kefir de Leite misturado com 1 colher de sopa de fécula de batata crua, parece uma coisa muito simples não ?
    Por incrivel que pareça em 1 semana meu intestino já regularizou, em 2 semanas não tinha mais nenhum sintoma, continuei tomando e tomo até hoje todos os dias
    depois de 4 meses que eu estava tomando fui fazer uma nova colonoscopia e o médico se surpreendeu comparando com os antigos resultados, eu contei para ele o que estava tomando e ele
    confirmou que realmente tem muitas pessoas tendo ótimos resultados e benefícios com o Kefir de Leite mas como ele não têm autorização para receitar produtos naturais e só pode
    receitar remédios de laboratórios e de farmácias ele não receita de forma alguma, mas disse que era para eu continuar tomando que isso tinha me curado.
    Descrevi aqui exatamente o que o médico me falou.

    Então pessoal estou deixando aqui esse relato para quem interessar que pesquise sobre o Kefir de Leite, na internet e youtube tem muitas informações, vocês vão se surpreender.
    O único problema desse Kefir de Leite é que é difícil de encontrar, mas eu encontrei um site que vende pelo valor de R$24,90 já com o frete incluso e entregam em todo o Brasil.
    o site é esse:

    kefirdeleite.com

    O Kefir de Leite quando você compra vem os grãozinhos e com esses grãos você mesmo vai fazendo em casa pois ele vai reproduzindo e vai tomando todos os dias, você compra apenas uma vez e se bem cuidado dura anos e anos.
    Então não custa dar uma pesquisada pois o meu estado eu considerava grave e me incomodava demais, estou deixando esse post em agradecimento a esse abençoado Kefir de Leite que mudou a minha saúde.

    13/janeiro/2016 ás 01:59
  2. Alexandre Bezerra disse:

    Felipe. Tenho mesmo sintomas, meses sem melhorar. Vou seguir suas abençoadas orientações. Obg

    06/julho/2016 ás 07:27
  3. Surama Oliveira disse:

    Felipe, também uso o kefir diariamente e sinto que estou muito bem. Você citou o kefir para vender, mas creio que o melhor é cultivá-lo em casa. Não sei onde você mora, mas procure no Facebook ou na internet. Há grande possibilidade de ter um doador perto de você.

    06/julho/2016 ás 10:52
  4. VALERIA disse:

    Bom dia… preciso desse kefir urgente aonde posso encontrar? adorei a matéria .

    30/julho/2016 ás 05:21
  5. VALERIA disse:

    Bom dia aonde posso encontrar kefir? preciso urgente

    30/julho/2016 ás 05:22
  6. VALERIA disse:

    bom dia … alguem pode me indica aonde acho kefir?

    30/julho/2016 ás 05:23
  7. DILMA LESSA disse:

    Pessoal,
    É só ler o artigo até o final que ele diz onde encontrar.

    03/novembro/2016 ás 22:51
  8. Valeria Garcia disse:

    Fui diagnosticada através de biopsia com penfigo vulgar, não posso fazer tratamento com corticoide, sou diabética e hipertensa eu p0oderia fazer o tratamento com vitamida D? E banho de mar ajuda pra secar4 as feridas?

    15/janeiro/2017 ás 11:46
  9. Patrícia Leite disse:

    Tenho alopecia fibrosante frontal. É uma doença autoimune. Não tem cura. Estou fazendo o tratamento convencional e não está adiantando muito. Descobri o tratamento com vitamina D. Vou ao médico que trata com o protocolo de Drº Cícero da UNIFESP. Gostaria de saber que se tem alguém com essa doença que faz o tratamento com vitamina D e teve bons resultados.

    03/março/2017 ás 09:58
  10. João Schroeder disse:

    Como fez o Felipe, eu também vou contar a minha história. Não vou entrar em muitos detalhes para não ficar longo. Há quase 10 anos atrás fui diagnosticado com síndrome de intestino irritado. Sempre tinha diarreia ou final pastoso, mas com o passar dos anos notava que no verão eu tinha uma pequena melhora e no inverno uma pequena piora, mas também estava notando que estava piorando um pouco a cada ano, até que no ano passado piorei demais no inverno, sentindo até dores após a refeição e fiquei pensando em câncer, mas não achando que era isso, até que uma semana que tive uma dieta de papinha, por causa de uma extração do siso e nessa semana foi normal. Então nesta semana eu notei que não comi pão. Então cheguei a conclusão de era glúten, pois descobri um pão muito gostoso neste último ano e aumentei o consumo. Comecei a fazer dieta restritiva de glúten por uns 2 meses e sempre que não comia eu melhorava, mas ainda não estava contente e continuei pesquisando até chegar na vitamina D. Aumentei até de um modo exagerado alguns dias a minha exposição ao sol neste verão e aos poucos fui melhorando. Até mesmo depois de parar de tomar sol, por causa do fim do verão e com muito tempo nublado e chuvoso. Quase 10 anos de problema e me curei com mais ou menos 3 meses de exposição solar. Hoje posso comer pão normalmente. E se eu não tivesse insistido na pesquisa e fosse direto ao médico, era bem capaz do diagnóstico dele ser algum problema com glúten e pedir para eu eliminar ele da dieta. Ainda não me considero 100%, e sim uns 90%, mas espero melhorar ainda mais no próximo verão.

    09/junho/2017 ás 16:26
  11. MARIANE ANTUNES LOPES disse:

    Olá. Tenho 43 anos e com 36 descobri que era CELÍACA (intolerância ao glúten, que é uma doença autoimune). Retirei o glúten da dieta e em 2 meses eu já não mais sentia: enxaquecas, rinite, sinusite, prisão de ventre, dor nas articulações, cistos nos ovários, queda de cabelo, anemia, cansaço e irritabilidade. Minha nutricionista , que é especializada em intolerancias alimentares disse que a Vitamina D é ótima p/ prevenir todas as doenças autoimunes, então tomo diariamente. Há alguns anos, eu também tinha sintomas de outra doença automiune, a MIASTENIA GRAVIS, que é uma fraqueza muscular que pdoe tirar até a mobilidade da pessoa. E hoje, os sintomas da Miastenia voltaram, depois de eu ter parado de tomar suplementos vitamínicos-minerais. Embora o diagnóstico não esteja fechado p/ esta doença, terei que aumentar a dose de Vitamina D e voltar a tomar as vitaminas e minerais p/ complementar e não ter mais sintomas de fraqueza muscular. A alimentação e a suplementação são super importantes nessas doenças autominues. E vitamina D é essencial e sem efeitos colaterais de remédios pesados…

    23/junho/2017 ás 12:36

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