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QUAIS SÃO AS HABILIDADES QUE TODO ALUNO PRECISA NO SÉCULO 21?

QUAIS SÃO AS HABILIDADES QUE TODO ALUNO PRECISA NO SÉCULO 21?

Edição Vol. 3, N. 17, 13 de Outubro de 2016

DOI: http://dx.doi.org/10.15729/nanocellnews.2016.10.13.002

A diferença entre as habilidades que as pessoas aprendem e as habilidades que elas precisam é cada vez mais evidente, como o ensino tradicional está aquém de fornecer aos alunos o conhecimento de que precisam para prosperar, aqui, no NANOCELL NEWS, de acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial “Nova visão para a educação: Fomento social e aprendizagem emocional através da tecnologia.”, apresentaremos o que o mundo, considerando seu estado como global e aspectos sociais, subtrai como vantagens para que cada indivíduo possa fazer sua conquista como vitória em sua carreira pessoal e profissional.

Hoje em dia, os candidatos a emprego devem ser capazes de colaborar, comunicar e resolver problemas – habilidades desenvolvidas principalmente através de uma aprendizagem social e emocional (social and emotional learning, SEL). Combinada com habilidades tradicionais, essa proficiência social e emocional irá equipar os alunos para se ter sucesso na economia digital em evolução. Atente-se bem, isso não garante o sucesso, que muitas vezes vem por acaso em situações ímpares em ocasiões inusitadas, mas pode garantir que não faltará ao indivíduo as necessidades mínimas para sua sobrevivência, se, contudo, se esforçar e dedicar ao trabalho.

QUAIS HABILIDADES SERÃO MAIS NECESSÁRIAS?

Uma análise de 213 estudos mostrou que os alunos que receberam a instrução SEL (aprendizagem social e emocional) tiveram pontuações que, em média, foram 11 pontos percentuais maiores do que aqueles que não tiveram tal tipo de instrução. E a instrução SEL leva potencialmente a benefícios de longo prazo, tais como as taxas mais elevadas de realização de emprego e educacional.

Boas habilidades de liderança, bem como a curiosidade, também são importantes para os alunos a aprenderem para seus futuros trabalhos. Como a ciência demonstra, não há como se obter sucesso sem dedicação, esforço, sacrifícios, trabalho árduo, dedicação. Para se aprender, todos esses são pré-requisitos.

Outro relatório do Fórum, “O Futuro dos Trabalhos”, lançada durante a reunião anual de 2016 em Davos, olhou para a estratégia de emprego, competências e força de trabalho para o futuro.

O relatório perguntou aos chefes de recursos humanos e oficiais de estratégia dos principais empregadores globais o que as mudanças atuais significam, especificamente para o emprego, habilidades e recrutamento em todas as indústrias e geografias. Mas, ao contrário do que se pode imaginar, não ficou restrito somente às grandes empresas multinacionais. Pensando-se em países como o Brasil e, mesmo em potências como os EUA, cidades interioranas onde não há uma grande empresa instalada e que sua principal economia seja a agricultura, mesmo nesses rincões, essas habilidades são essenciais no trato com o cliente local, mesmo nas oportunidades que podem ser criadas para uma relação com uma grande empresa de um centro industrial a certa distância. Um exemplo claro no Brasil, são cidades pequenas, com menos de 15 mil habitantes, em volta de Viçosa, uma cidade maior com uma universidade de renome e produtiva na área agrária. Oportunidades têm, muitas vezes mal investidas, outras mal-logradas, porém muitas oferecem privilégios para se iniciar um comércio internacional, até mesmo como cooperativas locais. Outras regiões também podem ser tomadas como exemplo, como as do Mato Grosso do Sul, pequenas propriedades podem fornecer sua base de produção para fazendas maiores, ou mesmo fomentar a criação de cooperativas entre pequenas propriedades para comercialização de sua produção em mercado nacional ou internacional. Evidentemente, não haverá investimento se não houver um capital humano de conhecimento. 

Políticos, educadores, pais, empresas, pesquisadores, desenvolvedores de tecnologia, investidores e ONGs podem juntos assegurar que o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais se torna um objetivo e competência dos sistemas de educação compartilhada em todos os lugares.

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AS 10 HABILIDADES QUE VOCÊ PRECISA PARA PROSPERAR NA QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Daqui a cinco anos (considerando 2015 o ponto inicial _ é já estamos atrasados 1 ano, então corra atrás!), mais de um terço das competências (35%) que são consideradas importantes na força de trabalho de hoje terão mudado.

Em 2020, a Quarta Revolução Industrial vai nos trazer a robótica avançada e transporte autônomo, inteligência artificial e aprendizagem de máquina, materiais avançados, a biotecnologia e a genômica.

Estes desenvolvimentos irão transformar a maneira como vivemos e a forma como trabalhamos. Alguns trabalhos desaparecerão, outros crescerão e empregos que nem sequer existem hoje se tornarão comuns. O que é certo é que a futura força de trabalho terá de alinhar o seu conjunto de habilidades para manter o ritmo.

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QUE HABILIDADES MAIS SERÃO MUDADAS?

Criatividade se tornará uma das três principais habilidades que os trabalhadores irão precisar. Com a avalanche de novos produtos, novas tecnologias e novas formas de trabalho, _ lembrem-se que incluímos a genômica, a biotecnologia, robótica, entre outras, e seus produtos serão oferecidos em larga escala, inclusive para o homem do campo _ os trabalhadores terão de se tornar mais criativos, a fim de se beneficiarem destas mudanças.

Os robôs podem nos ajudar a chegar aonde queremos mais rápido, mas eles (ainda) não podem ser tão criativos como os seres humanos.

Considerando que a negociação e a flexibilidade estão no topo da lista de habilidades de 2015, em 2020, elas começarão a cair do top 10 já que as máquinas, utilizando massas de dados (e não é difícil de se imaginar o volume de informações que postamos nas redes sociais e em bancos de dados empresariais – farmácias, bancos, supermercados, para citar alguns mais simples), começarão a fazer nossas decisões por nós (como acontece quando se abre a internet e as propagandas de produtos que compramos começam a saltitar nas telas dos computadores. São informações que postamos voluntariamente, imagine quando somos obrigados a informar como em Planos de Saúde! A possibilidade de definir sua genômica, por exemplo, pode estar aqui!).

Um levantamento feito pelo Conselho da Agenda Global do Fórum Econômico Mundial sobre o Futuro do Software e Sociedade demonstra que as pessoas esperam que máquinas de inteligência artificial de serem parte do conselho de administração de uma empresa até 2026.

Da mesma forma, a escuta ativa, considerado uma habilidade fundamental hoje, vai desaparecer completamente do top 10. A inteligência emocional, que não se apresenta no top 10 de hoje, se tornará uma das principais habilidades necessárias por todos.

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INTERRUPÇÃO NA INDÚSTRIA

A natureza da mudança vai depender muito da própria indústria. A mídia global e de entretenimento, por exemplo, já tem observado uma grande mudança nos últimos cinco anos.

O setor de serviços financeiros e de investimento, no entanto, ainda tem de ser radicalmente transformado. Aqueles que trabalham em vendas e produção precisarão de novas habilidades, como a alfabetização tecnológica.

Alguns avanços estão à frente dos outros. Internet móvel e tecnologia de nuvem já estão afetando a forma como trabalhamos. Inteligência artificial, a impressão em 3D e materiais avançados ainda estão em seus estágios iniciais de uso, mas o ritmo da mudança será rápido.

A mudança não vai esperar por nós: os líderes empresariais, educadores e governos, todos precisam ser proativos na melhoria das qualificações e no treinamento das pessoas para que todos possam se beneficiar da IV Revolução Industrial.

Fonte: A Reunião Anual ocorreu em Davos de 20 a 23 de janeiro de 2016 sob o tema “Dominando a IV Revolução Industrial”.

Jenny Soffel, Website Editor, World Economic Forum.

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