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PRODUÇÃO DE PROTEÍNAS RECOMBINANTES VIA PEIXES TRANSGÊNICOS

PRODUÇÃO DE PROTEÍNAS RECOMBINANTES VIA PEIXES TRANSGÊNICOS

Rodrigo R. Resende

Edição Vol. 4, N. 11, 26 de Junho de 2017

DOI: http://dx.doi.org/10.15729/nanocellnews.2017.06.26.005

Tecnologia disruptiva, inovadora que traz avanços além de seu tempo, criada pelos cientistas do Instituto Nanocell produzirá proteínas recombinantes para uso em larga escala, com alto rendimento e a baixo custo. É o Instituto Nanocell gerando, produzindo, transformando o conhecimento para uma Nação mais forte! Invista você também na Startup Nanocell.

João, tem nanismo.

Marcos, tem leucemia.

Clara, tem meningite.

Ana, tem resistência à lactose do leite.

A empresa Catal precisa de proteínas para seus kits.

Os laboratórios de pesquisa precisam de anticorpos, insulina e outras proteínas para cultura celular.

Você usa colágeno para manter sua pele lisa.

O leite Aptamil, Nan para recém nascidos precisa de proteínas para enriquece-los.

O que estas crianças, empresas e laboratórios de pesquisas têm em comum?

Todos fazem uso de medicamentos biológicos e precisam de proteínas!

Os medicamentos biológicos são produzidos como Proteínas Recombinantes, como:

- as enzimas, tipo a lactase para quebrar a lactose do leite que Ana precisa. 

- Anticorpos e vacinas para atacar a meningite da Clara.

- Drogas alvo-específicas que podem manter Marcos vivo, que tem câncer.

- Proteínas terapêuticas como, os hormônios insulina, eritropoietina, hormônio do crescimento que João precisa.

- Todas proteínas que os laboratórios de pesquisas de todo o mundo precisam para manter as suas culturas celulares. 

- Para manterem o leite do recém-nascido rico em proteínas e anticorpos.

- E as proteínas que enrijecem sua pele!

Mas, qual é a grande questão por trás de todos esses medicamentos e proteínas?

Seus processos de produção e purificação são caros, demorados e tem baixos rendimentos, tornando eles muito caros. 

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E por que isso acontece? Como são produzidos hoje?

É justamente pelos seus modos de produção, sejam através de culturas celulares (que podem ser bacterianas, por leveduras ou células de mamífero, ou de insetos), pelo uso de plantas transgênicas ou o leite de uma vaca transgênica. Todos apresentam os mesmos problemas…

- Tempo de produção da proteína é de moderado a longo;

- A produção do transgênico é de difícil manuseio;

- O rendimento é baixo a médio;

- O controle da população transgênica é complicado;

- São susceptíveis às contaminações ou infecções;

- E o que piora tudo, o processo de purificação é difícil, lento e caro!

Mesmo os melhores rendimentos obtidos pelas indústrias utilizando bactérias  (4,4Kg/Ano), leveduras (5,0Kg/Ano) ou células de mamíferos (2,0Kg/Ano) com biorreatores pequenos têm baixos rendimentos. Até as alternativas não utilizadas como o leite da vaca transgênica (24,0Kg/Ano)…

Mas a NANOCELL tem a solução! O Peixe transgênico secretando a proteína pela urina!

Nossos rendimentos são superiores aos métodos atuais. Com apenas 1 tanque de água ocupando 4 metros cúbicos é possível produzirmos de 3 a 13 vezes proteínas do que o modelo atual mais produtivo! Podemos produzir até 66,0Kg de proteína no ano com 1 tanque!

 

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Qual o mercado que podemos atingir?

Para se ter uma ideia do tamanho do mercado, o SUS, somente em 2014, gastou só com o hormônio do crescimento humano R$124 milhões de reais. O mercado global para o tratamento da deficiência de somente deste hormônio chegará a US$1,88 bilhões de dólares em 2024 (GlobalData). 

E isso é somente pensando no hormônio do crescimento, nossa primeira proteína!

Podemos produzir qualquer uma que você desejar.

As indústrias farmacêuticas no Brasil fazem a importação deste hormônio, o que o torna ainda mais caro. Somente uma indústria produz ele aqui.

Nossa prospecção de parceiros para o co-desenvolvimento e venda do hormônio de crescimento, ou qualquer outra proteína, está em aberto! Podemos negociar inclusive a transferência da tecnologia.

Nosso processo é simples e fácil. Já temos 10 pedidos de patentes, a prova de conceito já foi realizada e confirmada, temos a verba para finalizar o peixe hGH. Agora dividiremos nosso processo em duas fases:

1 – Finalizar a construção do primeiro peixe transgênico do mundo que secreta hGH via urina e adequar o processo de purificação para o aquário.

2 – Em seguida, teremos o CNPJ da empresa privada. O Instituto Nanocell é uma ONG já regulamentada. Faremos o depósito de outros dois pedidos de patente e firmaremos parcerias com indústrias farmacêuticas para o co-desenvolvimento ou a transferência de tecnologia. E finalmente, a produção de várias outras proteínas recombinantes.

É um mercado bilionário que qualquer um pode participar. Basta investir na Startup Nanocell. 

É o Instituto Nanocell gerando, produzindo, transformando o conhecimento para uma Nação mais forte!

Entre em contato conosco contato@institutonanocell.org.br 

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  • PRODUÇÃO DE PROTEÍNAS RECOMBINANTES VIA PEIXES TRANSGÊNICOS
  • 2
  1. Daniel Mendes Filho disse:

    Trabalho brilhante, parabéns aos pesquisadores envolvidos. É inspirador ver cientistas brasileiros tão comprometidos apesar das dificuldades e da falta de reconhecimento.

    21/julho/2017 ás 17:43
  2. Marlene Giozzet Chaurais disse:

    Sou professora de Biologia, adorei a reportagem “Peixe transgênico secretando a proteína pela urina”,
    neste Bimestre na Escola – há um capítulo sobre Transgênicos. Vou levar a informação para os alunos, é muito difícil que eles próprios pesquisem – porém sempre que acho informações, importantes assim levo para que tomem conhecimento, de tudo que já é possível de se obter.
    Adorei.

    25/outubro/2017 ás 17:58

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