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PÁTRIA DESEDUCADORA… Do Fadado Ao Fracasso CsF Ao Penúltimo Lugar Mundial Em Qualidade Em Educação

PÁTRIA DESEDUCADORA… Do Fadado Ao Fracasso CsF Ao Penúltimo Lugar Mundial Em Qualidade Em Educação

Geraldo Magela

Edição Vol. 4, N. 12, 17 de Julho de 2017

DOI: http://dx.doi.org/10.15729/nanocellnews.2017.07.17.006

Não é de hoje que ouvimos falar da tão sonhada e proclamada Pátria Educadora… Isso se vem lá dos anos do governo mais corrupto de todos os tempos no Brasil, muito mais, até mesmo, de quando da chegada das caravelas de Pedro Álvares Cabral. Na verdade, nem foi o Pedrinho quem descobriu o Brasil. Mais uma mentira para o brasileiro alienar-se no fanatismo político-partidário que se alimenta da ignorância de seu povo e perpetua-se através do tempo no poder…

“Não existem registros históricos explícitos que mostrem que o Brasil já era conhecido por outros povos europeus antes de Cabral (1467?-1520?) chegar aqui, em 1500. O que sabemos é que os portugueses dispunham de conhecimento sobre o Atlântico por meio das navegações posteriores à de Bartolomeu Dias (1450-1500), que eram mantidas sob um sigilo de estado. Também tinham certeza da existência de terras a Oeste – Cristóvão Colombo (1451-1506) chegou à América Central em 1492 -, tanto que se empenharam na negociação do Tratado de Tordesilhas (em que Portugal estendeu seus domínios e inclui boa parte do Brasil). Essas evidências levam a crer que os lusitanos foram os primeiros a explorar nosso território.”

Pois é meus amigos, independente se você ainda acredita e se se deixa alienar pelas mentiras de governos corruptos que se perpetuam no poder desde os vindouros anos de Cabral (não o último descoberto, mas o dito primeiro quem descobriu…), veja pelos fatos como e onde a exatidão e avaliação mundial coloca-nos, o brasileiro. Independentemente de sua classe econômica, de seus conhecimentos catedráticos – do mais baixo ao mais alto escalão, PhD, livre docência, professor titular… – seu vil prazer pela política do dá-me-cá-que-te-aprovo-lá, do trabalhador rural que vende suas verduras em feirinhas aos fins de semana ao bilionário mercantil que comercializa produtos de qualidade, ou da mesma duvidosa, dos filhos que um dia foram catadores de lixo, ou mesmo daquele que catava cocô e tornou-se bilionário. Do dono de um frigorífico que recebeu montantes para tornar o Brasil uma nação verdadeiramente forte, ao descalabro de um vice-presidente que, como o protagonista de toda essa corrupção, também, “sabe de nada, inocente”.

O mundo coloca-nos onde a propaganda de uma política de perpetuação no poder por meios mais escandalosos que golpes de Estado deixou-nos auto enganar. A mentira e a falsa ideologia de um Brasil para todos (não sabíamos que esses todos eram somente todos os amigos “d´o cara”) deixou-nos em um lamaçal de dívida, corrupção, desemprego, desvios bilionários jamais vistos mesmos em países ditatoriais, seja do Islã, seja do Nazismo ou do seu irmão Comunismo ao pseudo-socialista que não divide seu salário com seu aluno desembolsado (bicho em alta expansão de natalidade e geográfica do Brasil vigente). Quem grita por justiça e não faz o que diz, deveria tirar a viga de seu olho para falar de seu colega liberal ao lado.

A FALÁCIA DO CIÊNCIA SEM FRONTEIRA

Não bastasse a falácia de programas retardatários da ciência brasileira para retardatários escolares e promoção de políticas-partidaristas como foi a do “sem” Ciência Sem Fronteiras (CsF) do CNPq e CAPES, onde mais de R$13 Bilhões (o famoso número emblemático da besta) foram desviados da ciência brasileira, das bancadas dos laboratórios brasileiros, das descobertas que poderiam tornar-nos uma nação verdadeiramente forte, inovadora técnica e cientificamente, para se justificar diante da política de doutrinação ideológica. “Para se ter uma dimensão, a cifra de R$ 13,2 bilhões é mais de 15 vezes maior do que o orçamento empenhado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em 2016.” (Revista FAPESP, FABRÍCIO MARQUES | ED. 256 | JUNHO 2017). 

“A partir de 2013, o CsF passou a ser abastecido, além de recursos do MEC, do MCTIC, da Capes e do CNPq, com dinheiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), principal mecanismo de financiamento à pesquisa do MCTIC. “Houve desvio de finalidade, pois o FNDCT não tem entre suas missões financiar a formação de alunos de graduação”, diz o físico Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Em 2013, o CsF recebeu R$ 309 milhões dos R$ 3 bilhões executados pelo FNDCT. Já em 2014, houve um salto: o programa absorveu R$ 1 bilhão dos R$ 2,8 bilhões do fundo. Em 2015, manteve-se a mesma proporção: R$ 751 milhões para o CsF de um total executado do FNDCT de R$ 1,8 bilhão. Em 2016, a transferência de recursos para o CsF estancou. “O CsF canalizou para formação de estudantes recursos que fizeram muita falta ao sistema de ciência e tecnologia”, resume Hernan Chaimovich, presidente do CNPq entre 2015 e 2016. (Revista FAPESP, FABRÍCIO MARQUES | ED. 256 | JUNHO 2017)”.

“Segundo dados da Capes, que coordenou o programa em parceria com o CNPq, as bolsas consumiram R$ 6,3 bilhões e outros R$ 5,8 bilhões foram pagos em faturas a universidades estrangeiras que receberam os estudantes brasileiros entre 2012 e 2016. “Pagamos quantias astronômicas em dólar a universidades estrangeiras sem que se fizesse uma avaliação do impacto desse investimento”, diz a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader. “Internacionalizar a ciência requer uma estratégia elaborada e de longo prazo e em nenhum país do mundo se baseia só em mandar alunos de graduação para o exterior (Figura 1). (Revista Pesquisa FAPESP, Experiência encerrada. FABRÍCIO MARQUES | ED. 256 | JUNHO 2017)” .

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Figura 1: O custo bilionário de um programa que nasceu fadado ao fracasso “Ciência Sem Fronteira” em detrimento da Ciência, Tecnologia e Inovação dos laboratórios de pesquisa Brasileiros.

Seja lá qual partido picareta for, nesse caso, ambos, o de situação e o da ocasião, seu presidente pinguço até seu vice tornar-se seu mandatário-mor, desde seus pseudos-cientistas tecnicamente comprovados incompetentes até gerentes administrativos falaciosos inaptos categoricamente, porém mui hábil politicamente. Se soubessem como aprovaram mais de 70 mil bolsas para estudantes passearem mundo afora com o dinheiro da pesquisa brasileira… Dito por um alto escalão, ou alto calão partidário dos corruptos (independente do partido), “éramos dois técnicos e eu, o chefe. Eu não poderia fazer, não fazia parte do alto do meu escalão fazer serviço técnico. Os outros dois não fizeram porque não tinham condição de analisar tamanha demanda…” falácias da central do poder. Claro meu querido, não estamos aqui falando que todos os estudantes que foram para o exterior pelo CsF, quase 80 mil da graduação, eram inaptos. Foram quase todos os mais de 70.000 alunos. Não se envergonhe ou fique com raivinha, sabemos quem teve mérito por ter ido e quem não teve. Os números não enganam, menos de 5% dos que passearam mundo afora com a verba da pesquisa brasileira foram para a pós-graduação (Revista Pesquisa FAPESP, Experiência encerrada. FABRÍCIO MARQUES | ED. 256 | JUNHO 2017).

EDUCAÇÃO A LA COMUNISTA

E dentro desse afã de fazer seu plano político tornar-se internacionalmente conhecido, muito mais conhecido pela doutrinação condicional de cachorrinhos mal desmamados, seguiu-se a política do “aprova todo mundo que temos que ter números para mostrar” para a ONU, FMI, para os camaradas comunistas-caviar, para o brasileiro analfabeto e semianalfabeto (74% da população brasileira) que nossos fins justificam os meios. Mas, esqueceram de quem realmente avalia o nosso desempenho. E esses não serão nossos pares… quem quer se parceiro de quem tem diploma e não entende o que lê? Você quer alguém trabalhando em sua empresa, ganhando 15 mil reais para não saber interpretar os números de um gráfico? Pois é, esse governo colocou muitos desse naipe dentro das esferas federais, e dentro de alguns estados (veja lá o estado calamitoso de um ex-segundo maior estado financeiro do país… Minas está indo para o mesmo buraco!). 

Mas, quem avalia nosso desempenho, como eles comparam nosso desempenho escolar com outros países do mundo? Nossa cultura é diferente! Claro, a dos outros países avaliados também o é. Mas o conhecimento é valorizado independente desta, não a pseudocultura, a doutrinação ideológica, o achismo, o fanatismo religioso-partidário…

O resultado não poderia ser menos desastroso, pois já caminhávamos, ou melhor, cavávamos esse buraco. Como dizem por aí, o buraco é mais fundo do que cavamos! E não é por menos, a erosão por tempo e mal tempo favorece que o buraco torne-se um precipício, onde o fundo é aonde achávamos que estávamos. Não, ele ainda pode ser pior, pois essa geração ainda está chegando ao mercado de trabalho, ou não…

“Fato é que o Brasil ficou na penúltima posição em um índice comparativo de desempenho educacional feito com dados de 40 países. O ranking, divulgado nesta terça-feira (27 de Julho de 2017) pela Pearson Internacional, faz parte do projeto The Learning Curve (Curva do Aprendizado, em inglês) e mede os resultados de três testes internacionais aplicados em alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental. A Finlândia e a Coreia do Sul ficaram com os dois primeiros lugares do topo. Já o Brasil só ficou à frente da Indonésia.

Os dados saíram do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), do documento Tendências em Estudo Internacional de Matemática e Ciência (TIMSS) e do Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização (PIRLS) que compreendem o aprendizado de matemática, leitura e ciência dos alunos.

 

O Índice Global de Habilidades Cognitivas e Realizações Educacionais, segundo a Pearson, compara os países dividindo-os em duas categorias de ensino: habilidades cognitivas e nível de escolaridade, e ajuda a identificar possíveis fontes de boas práticas.

O desempenho de cada país mostra se ele está acima ou abaixo da média calculada a partir dos dados de todos os participantes. Segundo os dados divulgados, 27 dos 40 países ficaram acima da média, enquanto 13 (de volta com você, o número da besta!) estão abaixo do valor mediano. Os países ainda foram divididos em cinco grupos, de acordo com a sua distância da média. O Brasil, que teve pontuação de -1.65, foi incluído no grupo 5, onde estão as sete nações com a maior variação negativa em relação à média global. Veja o mapa abaixo: (http://g1.globo.com/educacao/noticia/2012/11/ranking-de-qualidade-da-educacao-coloca-brasil-em-penultimo-lugar.html)”.

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 Mapa mostra índice global de desempenho educacional de 40 países, que variam do pior (branco) para o melhor (verde escuro); o Brasil ficou na penúltima posição do ranking (Foto: Reprodução) Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2012/11/ranking-de-qualidade-da-educacao-coloca-brasil-em-penultimo-lugar.html

E ainda têm aqueles que dizem que esse governozinho picareta que desviou bilhões e tornou catador de bosta (foi somente um) bilionário por ser filhinho do chefe da quadrilha, com a estorinha (é sem H mesmo, tem que aprender a diferença entre a estória para boi dormir contada por eles, da história de fato em que vivemos) de que foram o governo nacionalista que desenvolveu o Brasil. Sim, desenvolveu seus caminhos rumo ao pior grupo do mundo em educação, saúde, emprego, ciência de fato e impacto e não de numerologia que, as FAPs de governos de estados pró-comunistas de si mesmos nos levaram.

O mínimo que poderiam fazer é “Pede pra sair!”. Podem até ir para a Venezuela, onde quem defende aquele regime ditador não é masoquista, mas sim sádico. Vão para Cuba, aproveita e vá de bote! Não use a verba pública para ir, passear e voltar dizendo que lá é tudo de bom, porque o tudo de bom de lá, seu povo, nem lá quer ficar…

Referências:

Fabrício Marques. Experiência encerrada. O programa de intercâmbio Ciência sem Fronteiras, que gastou R$ 13,2 bilhões, a maior parte com bolsas de graduação no exterior, deixa de existir. Revista Pesquisa FAPESP. ED. 256 | JUNHO 2017

Ranking de qualidade da educação coloca Brasil em penúltimo lugar. Índice global mostra habilidades cognitivas e realizações educacionais. Brasil ficou em 39º lugar entre os 40 países analisados. Atualizado em 27/11/2012 15h00. Retirado do site http://g1.globo.com/educacao/noticia/2012/11/ranking-de-qualidade-da-educacao-coloca-brasil-em-penultimo-lugar.html

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