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O QUE O QUIABO E TODAS AS FRUTAS E VERDURAS PODEM FAZER PARA REDUZIR O DIABETES, MAS NÃO CURÁ-LO?

O QUE O QUIABO E TODAS AS FRUTAS E VERDURAS PODEM FAZER PARA REDUZIR O DIABETES, MAS NÃO CURÁ-LO?

Vol. 1, N. 5, 07 de Janeiro de 2014
http://dx.doi.org/10.15729/nanocellnews.2014.01.06.006

“Com a promissora invenção de um quiabo que auxilia no tratamento do diabetes, um trio de estudantes de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, venceu o quadro “Jovens Inventores”, do Caldeirão do Huck” ( G1 Triângulo Mineiro, 25/11/2013 12h40). Essa reportagem da Rede Globo vem bem a dizer sobre os cuidados que se deve ter com o Diabetes e abre perspectivas para que a população possa se alimentar adequadamente, mas vamos atentar aos verdadeiros efeitos que o fruto tem sobre o diabetes.

Primeiramente iremos definir o que é o Diabetes.

Diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue. O termo mellitus vem do latim e significa mel ou adocicado. Isso por causa do aumento do açúcar ou glicose no sangue do indivíduo. A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde como por exemplo o excesso de sono no estágio inicial, problemas de cansaço e problemas físicos-táticos em efetuar as tarefas desejadas. Quando não tratada adequadamente, podem ocorrer complicações como ataque cardíaco, derrame cerebral ou acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência renal, problemas na visão (um dos mais comuns é o glaucoma), amputação do pé (não somente do pé, mas dos dedos, pernas…) e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações. Embora ainda não haja uma cura definitiva para a/o diabetes (a palavra tanto pode ser feminina como masculina), há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida p A diabetes afeta cerca de 12% da população no Brasil (aproximadamente 22 milhões de pessoas) e 5% da população de Portugal (500 mil pessoas).

A diabetes tipo 1 ocorre em frequência menor em indivíduos negros e asiáticos e com frequência maior na população europeia, principalmente nas populações provenientes de regiões do norte da Europa. A frequência entre japoneses é cerca de 20 vezes menor que entre escandinavos. Em São Paulo a incidência do tipo 1 é de 7,6 casos a cada 100.000 habitantes.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2006 havia cerca de 170 milhões de pessoas doentes da diabetes, e esse índice aumenta rapidamente. É estimado que em 2030 esse número dobre. A Diabetes Mellitus ocorre em todo o mundo, mas é mais comum (especialmente a tipo II) nos países mais desenvolvidos. O maior aumento atualmente é esperado na Ásia e na África, onde a maioria dos diabéticos será visto em 2035. O aumento do índice de diabetes em países em desenvolvimento segue a tendência de urbanização e mudança de estilos de vida.

A diabetes está na lista das 5 doenças de maior índice de morte no mundo, e está chegando cada vez mais perto do topo da lista. Por pelo menos 20 anos, o número de diabéticos na América do Norte está aumentando consideravelmente. Em 2005 eram em torno de 20,8 milhões de pessoas com diabetes somente nos Estados Unidos. De acordo com a American Diabetes Association existem cerca de 6,2 milhões de pessoas não diagnosticadas e cerca de 41 milhões de pessoas que poderiam ser consideradas pré-diabéticas. Os Centros de Controles de Doenças classificaram o aumento da doença como epidêmico, e a NDIC (National Diabetes Information Clearinghouse) fez uma estimativa de US$132 bilhões de dólares, somente para os Estados Unidos este ano.

Dependendo da causa, o diabetes pode ser classificado como:

I. Diabetes mellitus tipo 1, ou Diabetes insulino-dependente

     
  • Destruição das células beta do pâncreas (essas células são as responsáveis em produzir a insulina, um hormônio que induz a entrada da glicose para dentro das células. Se a insulina, não existe mais, como é nesse caso, já que as células que a produzem são destruídas, a glicose fica no sangue do indivíduo, aumentando seus níveis ou a glicemia), usualmente levando à deficiência completa de insulina, já que sua produção ocorre nesse órgão. E pode ter como causa:

     
  1. Autoimune: quando é uma doença causada pelo sistema de defesa do próprio indivíduo. Neste caso, a pessoa desenvolve anticorpos (proteínas de defesa do próprio organismo) que reconhecem as células betas das ilhotas pancreáticas e induzem que as células de defesa do indivíduo cheguem até às células betas do indivíduo e acabam por eliminá-las.

  2.  

  3. Idiopático (que é um termo que se usa quando se desconhece a causa)

II. Diabetes mellitus tipo 2, ou Diabetes não insulino-dependente

     
  • Esse segundo tipo de classificação do Diabetes refere-se aos graus variados de diminuição de secreção da insulina pelas células betas do pâncreas e/ou resistência à insulina, que quer dizer que o organismo, mesmo produzindo insulina, não consegue responder a ela, isto é, mesmo a insulina induzindo que as células captem o açúcar do sangue, as células não o fazem ou não respondem à insulina, por isso é chamado de resistência. A célula torna-se resistente ou não responde mais ao comando da insulina em captar o açúcar do sangue.

quiabo-diabetes Figura 1: Como ocorre a diabetes tipo 2? A digestão de alimentos ricos em carboidratos como pão, arroz, batata, pizza, etc, inicia-se pela boca. No estômago (1) e intestino ocorrem a absorção dos carboidratos que é levada para a corrente sanguínea (2). A insulina produzida pelo pâncreas (3) é também liberada na corrente sanguínea. A insulina faz com que as células do corpo capturem os açúcares do sangue, mas as células dos portadores do diabetes tipo 2 não conseguem capturar os carboidratos, levando à glicemia, ou aumento de glicose no sangue.

III. Outros tipos específicos

     
  1. Defeitos genéticos da função da célula beta

  2.  

  3. Defeitos genéticos da ação da insulina

  4.  

  5. Doenças do pâncreas exócrino

  6.  

  7. Endocrinopatias

  8.  

  9. Indução por drogas ou produtos químicos

  10.  

  11. Infecções

  12.  

  13. Formas incomuns de diabetes imunomediado

IV. Diabetes gestacional

Sintomas do Diabetes

A tríade clássica dos sintomas da diabetes:

     
  • poliúria (aumento do volume urinário);

  •  

  • polidipsia (sede aumentada e aumento de ingestão de líquidos);

  •  

  • polifagia (apetite aumentado).

Outros sintomas importantes incluem:

     
  • perda de peso;

  •  

  • visão turva;

  •  

  • cetoacidose diabética, o hálito alcoólico que pode confundir levando a crer que a pessoa está bêbado, enquanto está é com os níveis de glicose baixos;

  •  

  • síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica.

Pode ocorrer perda de peso. Estes sintomas podem se desenvolver bastante rapidamente no tipo 1, particularmente em crianças (semanas ou meses) ou pode ser sutil ou completamente ausente — assim como pode se desenvolver muito mais lentamente — no tipo 2. No tipo 1 pode haver também perda de peso (apesar da fome aumentada ou normal) e fadiga. Estes sintomas podem também se manifestar na diabetes tipo 2 em pacientes cuja diabetes é mal controlada.

Problemas de visão atingem 40% dos diabéticos insulino-dependentes (diabetes tipo I) e 20% dos diabéticos não insulino dependentes (diabetes tipo II). Sendo mais comum em mulheres e entre os 30 aos 65 anos. Caso não seja tratado pode causar catarata, glaucoma e cegueira. Depois de 10 anos de doença, problemas de visão atingem 50% dos pacientes e depois de 30 anos atingem 90%.

Os principais fatores de risco para o diabetes mellitus são:

     
  • Idade acima de 45 anos;

  •  

  • Obesidade (>120% peso ideal ou índice de massa corporal Ž 25 kg/m2);

  •  

  • História familiar de diabetes em parentes de 1° grau;

  •  

  • Diabetes gestacional ou macrossomia prévia;

  •  

  • Hipertensão arterial sistêmica;

  •  

  • Colesterol HDL (o chamado “bom colesterol”. Este termo é errado, mas útil para o público leigo) abaixo de 35 mg/dL e/ou triglicerídeos ou triglicérides, acima de 250 mg/dL;

  •  

  • Alterações prévias da regulação da glicose, ou seja, níveis de glicose em jejum acima de 100 mg/dL.

  •  

  • Indivíduos membros de populações de risco (negros, hispânicos, escandinavos e indígenas). Primeiramente, vamos deixar claro que raça não existe na espécie humana. Cientificamente foi demonstrado que somos todos uma única espécie e única raça, independente da cor, credo, posição social, sexo ou filiação partidária. Em segundo lugar, no Brasil, como somos um povo muito miscigenado, ou seja, misturado, a chance de qualquer um ter é praticamente igual, independente da cor, credo, partido político, time de futebol pelo qual torce.

quiabo-diabetes2

Figura 2: Alimentos gordurosos, pressão sanguínea alta, fumo (qualquer tipo de fumo), vida sedentária sem exercícios físicos, sobrepeso ou pessoas obesas e levemente obesas, tudo isso pode levar ao diabetes tipo 2.

Existe tratamento para o Diabetes, mas NÃO existe cura.

O quiabo NÃO CURA o Diabetes.

diabetes mellitus é uma doença crônica, sem cura por tratamentos convencionais (mas, o grupo da Professora Dra. Mari Sogayar, do Departamento de Bioquímica da USP de São Paulo, tem realizado transplantes de células-tronco com alta taxa de reposição das células beta pancreáticas, podendo curar o diabetes tipo I) e sua ênfase médica deve ser necessariamente em evitar/administrar problemas possivelmente relacionados à diabetes, a longo ou curto prazo.

O tratamento é baseado em cinco conceitos:

     
  • Conscientização e educação do paciente, sem a qual não existe aderência.

  •  

  • Alimentação e dieta adequadas para cada tipo de diabetes e para o perfil do paciente.

  •  

  • Vida ativa, mais do que simplesmente exercícios.

  •  

  • Medicamentos:

       
    • Hipoglicemiantes orais

    •  

    • Insulina

  •  

  • Monitoração dos níveis de glicose e hemoglobina glicada.

É extremamente importante a educação do paciente, o acompanhamento de sua dieta, exercícios físicos, monitoração própria de seus níveis de glicose, com o objetivo de manter os níveis de glicose a longo e curto prazo adequados. Um controle cuidadoso é necessário para reduzir os riscos das complicações a longo prazo.

Isso pode ser alcançado com uma combinação de dietas, exercícios e perda de peso (tipo 2), várias drogas diabéticas orais (tipo 2 somente) e o uso de insulina (tipo 1 e tipo 2 que não esteja respondendo à medicação oral). Além disso, devido aos altos riscos associados de doença cardiovascular, devem ser feitas modificações no estilo de vida de modo a controlar a pressão arterial e o colesterol, se exercitando mais, fumando menos (melhor é parar de fumar, isso somente traz prejuízo para o corpo e saúde como um todo, para quem fuma e quem está ao lado de quem fuma, o chamado fumante passivo) e consumindo alimentos apropriados para diabéticos e, se necessário, tomando medicamentos para reduzir a pressão.

O uso de bombas de insulina pode ajudar na administração regular de insulina, porém tem custo elevado quando comparadas às seringas comuns. Outras opções incluem as canetas de insulina e os injetores de insulina a jato.

Tratamento do diabetes mellitus tipo 2 por cirurgia

Um estudo feito por médicos franceses publicado na ScienceDirect, confirmou o que médicos já haviam observado, a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) usada no tratamento da obesidade mórbida ajuda a controlar o diabetes mellitus tipo 2, um estudo mais aprofundado feito por Francesco Rubino, levou à criação de uma cirurgia no intestino que tem alta eficiência no tratamento da diabetes tipo 2 para pessoas não obesas.

Mas, e o quiabo, o que o quiabo tem a haver com o controle da Diabetes?

quiabo (Abelmoschus esculentus) é uma planta da família da malva (Malvaceae). Seu fruto é uma cápsula fibrosa cheia de sementes brancas redondas, muito usado em culinária antes da maturação.

quiabo-diabetes3

Figura 3: o fruto do quiabo. Sua “baba” é muito rica em fibras. Útil para digestão, reduzir a absorção de gordura e açúcares, além de possuir vitaminas diversas.

De origem controversa, no Brasil compõe pratos típicos regionais, como o caruru — quiabo cozido com camarão seco; na culinária mineira há o frango com quiabo e o refogado de carne com quiabo. Pode ser apreciado cozido, com tempero no óleo deixando bastante seco. É um fruto simples, seco, indeiscente, de cápsula loculicida. Os quiabos são verdes e peludos e apresentam uma goma viscosa. Rico em vitamina A, é importante para a visão, pele e mucosas em geral.

Estudos realizados em camundongos publicados em 2011 e 2012 mostraram que a ingestão de quiabo regula a expressão gênica de maneira a favorecer o controle do diabetes, além de reduzir de maneira significativa as taxas de glicose no sangue (1).

ATENÇÃO, o quiabo, assim como quaisquer frutas, verduras que possuem muitas fibras, podem controlar os níveis de glicose ou açúcar no sangue, mas NÃO curam a diabetes. Minha sogra e meu sogro fazem uso da semente de jurubeba. Meu sogro não se agrada do gosto, mas minha sogra é doida pela jurubeba! Assim como o quiabo, a jurubeba como quaisquer verduras e frutos que tenham muitas fibras, além de reduzir os níveis de glicose, também ajudam na digestão de gorduras, ou melhor, impedem que excessos de gorduras e excessos de açúcares sejam absorvidos pelo organismo. Lembram-se da quitosana e outros artigos para emagrecer? Muitos deles atuam como as fibras do quiabo. Elas impedem que excessos de gorduras e açúcares em geral, sejam absorvidos, mas atenção, somente uma parte não é absorvida, por isso é que dão a impressão de que emagrecem ou reduzem os níveis de glicose sanguinea. Como não são absorvidos totalmente, a pessoa tem um intestino muito bem regulado, fazendo regularmente suas necessidades físicas no banheiro. Vejam só, até para prisão de ventre o quiabo, frutos e verduras fibrosas são muito bons!

Por isso, é importante que pessoas portadoras do diabetes tenham o bom hábito de se alimentar com verduras, frutas diversas comendo menos frituras, carboidratos como pão, arroz, batata, pizza, quaisquer bebidas alcóolicas (incluindo cerveja, pinga, uísque, vodca, etc), carnes. Tudo isso, em exagero, engorda e faz mal, como Tim Maia já cantou. Mas, um suco de frutas diversas é uma delícia e faz muito bem!

1. Sabitha V, Ramachandran S, Naveen KR, Panneerselvam K. Antidiabetic and antihyperlipidemic potential of Abelmoschus esculentus (L.) Moench. in streptozotocin-induced diabetic rats. Journal of pharmacy & bioallied sciences. 2011 Jul;3(3):397-402. PubMed PMID: 21966160. Pubmed Central PMCID: 3178946. Epub 2011/10/04. eng.

Grande parte do texto foi retirado de artigos científicos, por isso, não definimos uma autoria.

Prof. Dr Rodrigo R Resende.

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  • O QUE O QUIABO E TODAS AS FRUTAS E VERDURAS PODEM FAZER PARA REDUZIR O DIABETES, MAS NÃO CURÁ-LO?
  • 11
  1. avelina moreno disse:

    achei muito boa esta materia, gostaria de saber como posso ou qual especialidade do medico para verificar a possibilidade desta cirurgia do instestino, pois estou com diabetes tipo 2 a mais ou menos 10 anos e já tive 2 avc e fiz anglioplastia, pois sou muito nervosa e as vezes sobe de+ já chegou a 520 e fico assustada, mas aguardo um retorno, obrigada

    08/janeiro/2014 ás 07:56
  2. Olá Avelina,
    estava entrando em contato com alguns amigos para ver quem poderia indicar o melhor cirurgião para a senhora. Talvez, e digo talvez, não afirmo. Se a senhora for de Belo Horizonte sugiro procurar pelo Dr. Luiz Ronaldo Alberti. Ele atende pela Santa Casa de BH, pelo IPSEMG e pela Clínica dele, que é próxima à Santa Casa de BH. Não me recordo do nome da Clínica, mas ele é um excelente profissional e cirurgião.

    abç
    Prof. Rodrigo Resende

    31/julho/2014 ás 20:20
  3. Carlos Rivaldo Alves Mendonça disse:

    Tenho 36anos sou magro peso 63quilos descobri que fiquei diabético tipo 2gostaria de concelhos alimentares e de chás que possam me ajnar no controle do diabetis obrigado e agradeço desde ja ….

    17/outubro/2014 ás 12:48
  4. Rodrigo Resende disse:

    Olá Carlos,
    primeiramente você tem que ter em mente que só uma alimentação saudável não basta.

    Para se manter os níveis de glicose em seus níveis normais é preciso exercícios físicos, mas nem precisa ser tão acentuado. Pode começar com uma caminha de 30 min, 3 x na semana. Depois de um mês, passe para 4 x na semana e assim sucessivamente.

    Juntamente com a caminhada coma sempre verduras, vegetais com bastante fibras. Se for comer arroz, dê preferência ao integral.

    Não use adoçantes ou açúcares industrializados em suas bebidas e também não beba refrigerantes açucarados. São diabetogênicos, isto é, causam a diabetes. veja o artigo 180.000 MORTES ANUAIS NO MUNDO PODEM ESTAR ASSOCIADAS A REFRIGERANTES AÇUCARADOS.
    Prefira alimentos que já sejam doces, como as frutas. Se for fazer um suco ou uma vitamina, deixe as próprias frutas adoçarem com seu açúcar próprio. Não use açúcar industrializado e nem adoçantes!

    Chás, se seguir acima, nem precisa tomar. Mas, se quiser, sempre faça chás provenientes de plantas ricas em fibras.

    abçs
    Prof. Rodrigo Resende

    24/outubro/2014 ás 13:20
  5. Ricardo Bartolomeu da Silva Rozas disse:

    Ricardo Rozas disse:
    Muito boa a publicação desta matéria. Tenho 64 anos, sou diabético há 04 anos e também hipertenso, tenho refluxo gastrico e faz 06 meses que fui cirurgiado de prostata (hiperplasia maligna). Meu peso atualmente é 90 kgs. Gostaria de saber se tenho condições de realiazar essa cirurgia de intestino e que o senhor indicasse aqui em Recife, um médico para realização desse procedimento.
    Abçs Ricardo Rozas.

    30/outubro/2014 ás 12:10
  6. Ricardo Bartolomeu da Silva Rozas disse:

    Aguardo a sua resposta, para saber se existe essa possibilidade aqui em Recife e quais as condições apresentadas, para realização dessa cirurgia, mencionada no email recente.
    Abçs Ricardo Rozas

    30/outubro/2014 ás 12:19
  7. Rodrigo Resende disse:

    Caro Ricardo,
    infelizmente não conheço ninguém no Recife que faça essa cirurgia. Entretanto, isso não significa que aí não tenha alguém capaz de faze-la… somente não conheço.
    Em seu atual estado clínico, o ideal é esperar finalizar o tratamento da hiperplasia malígna, caso esteja fazendo quimioterapia. Após isso, e uma recuperação adequada, isto é, fazendo caminhadas e alimentando-se adequadamente (frutas, saladas, evitando carboidrato como pão, massas), preferir por arroz integral, etc, em 3 meses poderá realizar a cirurgia. Claro, seu médico também teria que aprovar. Continuo com a indicação do Dr Luiz Alberti em Minas.

    abçs

    22/novembro/2014 ás 14:46
  8. Gostaria que me ajudassem tenho diabete tipo 1 e não tomo nem um tipo remedio e nen um tipo de tratamento estou sentindo muito dificuldade pra obrar e no momento sinto muitas dores do lado do estomago marquei medico no sus e eles irão de atender no dia 07/03/2015 oque devo fazer e gostaria de saber que dieta devo fazer e o que pode ser esse incomodo que estou sentindo obrigado

    25/fevereiro/2015 ás 17:57
  9. sonia fonseca disse:

    Gostaria de saber o IG do limão, cebola e alho. Certa da atenção desde já agradeço.

    18/fevereiro/2016 ás 13:50
  10. Francisco de Paula dos Santos disse:

    Bom dia!
    Com alegria contemplo a publicação desta matéria, muito boa e objetiva e, com uma luz de esperança para muitas pessoas.
    Tenho 67 anos de idade e não lembro quando foi que estive doente, faz 10 ou 15 anos que não tenho dor de cabeça ou febre e, de repente fui fazer uma exame de vista em dezembro de 2016, descobrindo que estava diabético com uma série de transtorno e, se possível gostaria de receber mais informações a respeito do Dr. Luiz Ronaldo Albert, se tem o endereço dele ou telefone de onde ele atende em BH, e se ele continua fazendo esta cirurgia, ficarei eternamente grato pela sua gentileza.
    Um abraço do Francisco de Natal – Rn.

    03/fevereiro/2017 ás 15:06
  11. Francisco Santos disse:

    Em primeiro lugar, quero agradecer por esta tão grande matéria, nos dando esclarecimentos diversos
    a respeito de quem é diabético, e como tratar com receitas caseiras ( não desprezando seu médico) e também essa cirurgia que está sendo feita por médicos especialistas. Quero saber também se depois da referida cirurgia, a pessoa deixa de ser diabético. Se puder enviar o nome da clínica, telefone ou endereço da mesma, e o médico responsável, ficarei imensamente grato.

    Francisco de Natal – Rn

    03/fevereiro/2017 ás 17:19

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