Ciência é INVESTIMENTO! Vamos transformar o Brasil em uma Nação rica e forte!

Gestão Estratégica em Ciência, Tecnologia e Inovação (3º Capítulo)

Gestão Estratégica em Ciência, Tecnologia e Inovação (3º Capítulo)

INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

Vol. 1, N. 13, 24 de Junho de 2014
DOI: http://dx.doi.org/10.15729/nanocellnews.2014.06.24.007

No terceiro capítulo da série “Gestão Estratégica em Ciência, Tecnologia e Inovação” (http://nanocell.org.br/gestao-estrategica-em-ciencia-tecnologia-e-inovacao/)vamos conversar sobre o que torna o Brasil um país que, embora seja o primeiro da América Latina na produção de conhecimento científico, fique atrás do Chile (com o dobro), Argentina e Uruguai, no depósito de patentes nos Estados Unidos, que significa conhecimento com grande potencial de virar produtos comercializáveis em todo o mundo.

Uma versão final desta série será apresentada em forma de capítulo de livro a ser publicado no final deste ano, intitulado “Biotecnologia Aplicada à Agro&Indústria: Fundamentos e Aplicações”.

São ideias simples que, desde que traçadas metas e seguido os planos para se atingir os objetivos, um país cujo espírito empreendedor e de levantar e seguir em frente, como é o nosso, mesmo com tantos solavancos, trancos e barrancos quanto os que passamos diariamente e vivenciando notícias de desfalque do dinheiro público _ que já se tornaram rotina e preferimos não ver o noticiário para não sentirmos demasiado desgosto e indignação _, é possível lançarmos novos mercados pelos conhecimentos que produzimos. Nosso laboratório já produziu mais de 5 possíveis produtos, porém, somos sempre barrados ou no pedido de patente ou na comercialização, e assim ocorre com vários outros colegas. Vamos conversar sobre a INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO.

INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

Problema apresentado pelo Brasil

O país ocupa o 64º lugar no Índice Global de Inovação, numa lista com 142 países, segundo estudo da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) com a Universidade de Comell (EUA) e a escola de administração francesa Insead de 2013.

Exemplos a serem seguidos

Israel

Solução para o desenvolvimento do Brasil

Atualmente, segundo relatório produzido pela Thomson Reuters, o Brasil ocupa o 14º lugar como produtor mundial de pesquisas, _ um salto de três posições desde 2001 _ mas a burocracia e a falta de investimento ainda emperram o processo de desenvolvimento do setor. Sem inovação não conseguiremos ter produtos atrativos que gerem interesse para o mercado internacional, e neste quesito o Brasil também não tem sido eficiente. O país ocupa o 64º lugar no Índice Global de Inovação, numa lista com 142 países, segundo estudo da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) com a Universidade de Comell (EUA) e a escola de administração francesa Insead, dados de 2013, seis posições a menos que em 2012!

Israel foi fundado em 1948, com uma geografia que consiste de um deserto ao sul, o deserto de Negev que corresponde a 16 mil Km2, dos seus 27 mil Km2 de território e montanhas cobertas por neve ao norte. Um território com bens naturais muito escassos, bem o contrário do Brasil, cujo território tem 8.515.767 Km² que inclui 8.460.415 Km² de terra e 55.352 Km² de água. A nação israelense, já que seu povo, mesmo em diferentes continentes levantam-se para apoiar esse ínfimo pedaço de terra, passou as últimas décadas investindo em tecnologia para compensar seus escassos recursos naturais. Hoje, Israel é um dos cinco maiores produtores de patentes por habitante do mundo, ficando atrás somente de Estados Unidos, Japão, Suíça e Finlândia.

Em 2012, teve o registro de quase 2.500 patentes nos Estados Unidos, enquanto o Brasil não chegou a 270. Israel também apresenta a maior densidade de empresas de tecnologia do mundo. São 4.800 em uma população de 8 milhões. Só para motivos de comparação, no Brasil temos cerca de 10.000 empresas de tecnologia para uma população de 190 milhões. E ainda temos que considerar que muitas destas empresas estejam somente no papel e não desenvolvem e nem produzem nada de novo, aliás, quando se diz que há uma inovação, são produtos cujas partes são importadas e montadas para revenda. Obviamente que existem exceções, mas é a minoria, como discutido mais abaixo.

Entre os países membros do BRICS, incluindo a Coreia do Sul para efeito de comparação, o Brasil encontra-se somente na faixa da África do Sul em relação ao número de pedidos e concessões de patentes de invenção junto aos Estados Unidos, esse por ser o maior mercado consumidor e produtor (Figura 1).

inovacao1

Figura 1: Pedidos e concessões de patentes de invenção junto ao Escritório Americano de Marcas e Patentes (USPTO, na sigla em inglês) de países selecionados, 1999-2012. Países BRICS* e Coreia do Sul.

Fonte(s): Escritório Americano de Marcas e Patentes (USPTO, na sigla em inglês), dados extraídos em 25/06/2013:

- pedidos de patentes: http://www.uspto.gov/web/offices/ac/ido/oeip/taf/appl_yr.htm;

- patentes concedidas:  http://www.uspto.gov/web/offices/ac/ido/oeip/taf/cst_utlh.htm

Elaboração: Coordenação-Geral de Indicadores (CGIN) – ASCAV/SEXEC – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

Nota(s): período ano calendário (01/01 a 31/12).

Atualizada em: 25/06/2013

*Em economia, BRICS é um acrônimo que se refere aos países membros fundadores (o grupo BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China) e à África do Sul, que juntos formam um grupo político de cooperação. Em 14 de abril de 2011, o “S” foi oficialmente adicionado à sigla BRIC para formar o BRICS, após a admissão da África do Sul (em inglês, South Africa) ao grupo. Os membros fundadores e a África do Sul estão todos em um estágio similar de mercado emergente, devido ao seu desenvolvimento econômico. É geralmente traduzido como “os BRICS” ou “países BRICS” ou, alternativamente, como os “Cinco Grandes”.

Israel também ocupa o primeiro lugar no ranking que mede o percentual de investimento do PIB em pesquisa em desenvolvimento: 4,5 %. O Brasil investe 1 % (Figura 2-4 e Tabela 4). Como um país do tamanho de Sergipe conseguiu tudo isso?

inovacao2

Figura 2: Relação de investimento em pesquisa e desenvolvimento pelo Estado e pela Iniciativa Privada no mundo. A grande diferença entre o Brasil e os outros países desses grupos é o volume de investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pela iniciativa privada. O 0,55% do PIB aplicado pelas empresas brasileiras está longe dos 2,68% investidos pelo setor privado da Coreia do Sul ou dos 1,22% da China, por exemplo. Quando se comparam os investimentos públicos, no entanto, os gastos do Brasil estão na média das nações mais desenvolvidas: o 0,61% do PIB brasileiro está próximo do percentual investido pelo conjunto dos países da OCDE (0,69%).

OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico: organização internacional com 34 países que aceitam os princípios da democracia representativa e da economia de livre mercado. Os membros têm economias de alta renda e alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e são considerados países desenvolvidos, exceto México, Chile e Turquia. Teve origem em 1948 para ajudar a administrar o Plano Marshall para a reconstrução da Europa após a 2ª Guerra Mundial.

Tabela 4: Brasil: Comparação dos dispêndios em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) (em valores de 2011) com o produto interno bruto (PIB), 2000-2011

 

(em milhões de R$ de 2011)(1)

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011(2)

TOTAL
Dispêndios em P&D

28.792,2

29.876,4

28.959,5

28.494,3

28.285,5

31.508,4

33.992,5

39.180,3

41.928,1

43.733,5

45.192,1

49.973,7

% em relação ao PIB

1,02%

1,04%

0,98%

0,96%

0,90%

0,97%

1,01%

1,10%

1,11%

1,17%

1,12%

1,21%

DISPÊNDIOS PÚBLICOS
Dispêndios em P&D

15.567,9

16.385,3

15.444,3

15.443,9

15.119,8

15.668,0

16.951,8

20.413,0

21.940,1

22.573,1

23.039,2

26.382,6

% em relação ao PIB

0,55%

0,57%

0,53%

0,52%

0,48%

0,48%

0,50%

0,57%

0,58%

0,60%

0,57%

0,64%

   GOVERNO FEDERAL
   Dispêndios em P&D

9.607,7

10.039,7

9.608,3

10.153,2

10.395,4

10.703,7

12.073,7

14.040,9

14.976,6

15.584,9

16.039,5

17.784,2

   % em relação ao PIB

0,34%

0,35%

0,33%

0,34%

0,33%

0,33%

0,36%

0,39%

0,40%

0,42%

0,40%

0,43%

   GOVERNO ESTADUAL
   Dispêndios em P&D

5.960,1

6.345,7

5.836,0

5.290,7

4.724,4

4.964,3

4.878,2

6.372,1

6.963,5

6.988,1

6.999,7

8.598,4

   % em relação ao PIB

0,21%

0,22%

0,20%

0,18%

0,15%

0,15%

0,14%

0,18%

0,19%

0,19%

0,17%

0,21%

SETOR EMPRESARIAL
Dispêndios em P&D

13.224,3

13.491,1

13.515,2

13.050,4

13.165,7

15.840,4

17.040,6

18.767,3

19.988,0

21.160,4

22.152,9

23.591,1

% em relação ao PIB

0,47%

0,47%

0,46%

0,44%

0,42%

0,49%

0,51%

0,52%

0,53%

0,56%

0,55%

0,57%

 

Fonte(s): Coordenação-Geral de Indicadores (CGIN) – ASCAV/SEXEC – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Elaboração: Coordenação-Geral de Indicadores (CGIN) – ASCAV/SEXEC – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Nota(s): 1) Valores obtidos através dos multiplicadores utilizados pelo Banco Central para deflacionar o PIB, publicados na tabela “Produto Interno Bruto e taxas médias de crescimento” em http://www.bcb.gov.br/?INDECO. 2) Dados preliminares.

Atualizada em: 17/04/2014

A tabela acima pode ser melhor visualizada pelos gráficos abaixo. Onde ficam claros que os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) pelos governos públicos, federal e estadual, não tem um acréscimo anual, mas sim, em alguns anos, um decréscimo em seu investimento. Talvez, porque o setor público não consegue perceber como investimento, mas como despesas, a mesma situação da educação no país.

inovacao3

Figura 3: Brasil. Comparação – índice real de crescimento do dispêndio total em pesquisa e desenvolvimento (P&D) com o percentual do dispêndio total em relação ao PIB, 2000-2011

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Figura 4: Brasil: Comparação – índice real de crescimento do dispêndio público em pesquisa e desenvolvimento (P&D) com o percentual do dispêndio público em relação ao PIB, 2000-2011

Um dos gargalos é a promoção da inovação nas Empresas. A promoção da inovação no setor produtivo é um dos pilares da ENCTI. No Brasil, 45,7 % do gasto em P&D é feito pelas empresas enquanto em vários dos Países mais dinâmicos tecnologicamente (Estados Unidos, Alemanha, China, Coreia e Japão) essa proporção está perto de 75 %, e o montante investido é sempre quase o triplo ou o quádruplo do brasileiro (Figura 5) o que demonstra que a participação do setor empresarial nos esforços tecnológicos brasileiros ainda está aquém dos níveis observados internacionalmente.

Agrava-se a situação porque, historicamente, boa parte das inovações realizadas pelo setor produtivo brasileiro está relacionada com inovações de processo — majoritariamente baseadas na aquisição de tecnologias incorporadas em máquinas e equipamentos — ou a inovações adaptativas. Embora a taxa de inovação na indústria (número de empresas inovadoras em relação ao total) tenha crescido de 33,4 %, para 38,1 % entre 2005 e 2008, apenas 4,1 % das empresas industriais criaram um produto efetivamente novo, ou substancialmente aperfeiçoado, para o mercado nacional. Esse comportamento adaptativo está associado ao baixo investimento em P&D do setor empresarial brasileiro, uma vez esse tipo de inovação requer menores esforços tecnológicos e implica em número extremamente baixo de pesquisadores que exercem atividades no âmbito das empresas, quando comparado com outros Países. No Brasil, a maior parte dos pesquisadores está nas instituições de ensino superior — 67,5 % do total em 2010 — enquanto nas empresas essa proporção é de apenas 26,2 %, bastante abaixo dos índices correspondentes aos Estados Unidos, Coreia, Japão, China, Alemanha, França e Rússia.

inovacao5

Figura 5: Distribuição percentual dos dispêndios nacionais em pesquisa e desenvolvimento (P&D), segundo setor de financiamento(1), países selecionados, 2000-2011

Fonte(s): Organisation for Economic Co-operation and Development, Main Science and Technology Indicators 2013/1 e Brasil: Coordenação-Geral de Indicadores (CGIN) – ASCAV/SEXEC – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Elaboração: Coordenação-Geral de Indicadores (CGIN) – ASCAV/SEXEC – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Nota(s): 1) A soma dos percentuais não soma 100% porque foram considerados apenas os setores de maior relevância, governo e empresas. Não foram considerados os demais setores: ensino superior, instituições privadas sem fins de lucro e estrangeiro. 2) não foi considerada a pós-graduação do setor empresas

Atualizada em: 10/02/2014

O que faz uma nação tão diminuta em território geográfico ser tão exponencial em inovação assim? Como nos Estados Unidos, Israel faz das universidades muito mais do que instituições empreendedoras, tem em seus funcionários e alunos uma cultura empreendedora. Os professores comandam laboratórios como se fossem seu próprio negócio, e os alunos são incentivados a criar suas startups. No entanto, no Brasil, continuamos andando de marcha à ré. Primeiro que não há divisão entre professores de ensino e o professor cientista, aqui somos tudo em um só, em seguindo, não há meritocracia na progressão, é tudo questão de tempo. E em terceiro, criando-se um produto inovador temos que conseguir com que a Universidade faça o pedido de depósito da patente, o que leva meses, se fizermos o depósito por nós mesmos podemos ser processados por roubo de propriedade privada do governo, mesmo tendo sido o inventor! Se você é um professor com dedicação exclusiva em uma universidade pública, está proibido por contrato de começar uma empresa. Enquanto em Israel e nos Estados Unidos, os caminhos são opostos ao nosso, o professor é até incentivado.

Na Tabela 6, também é apresentado uma relação da população envolvida em pesquisa no Brasil em comparação com vários países. Para efeito de comparação com a população de cada país é apresentado em relação ao número de pessoas ocupadas em cada país.

Tabela 6: Pesquisadores em pesquisa e desenvolvimento (P&D), em equivalência de tempo integral, em relação a cada mil pessoas ocupadas, de países selecionados, 2000-2011

(em pesquisadores por mil pessoas ocupadas)

País

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

Africa do Sul

-

1,2

-

1,2

1,5

1,4

1,4

1,4

1,4

1,5

-

-

Alemanha

6,5

6,7

6,8

6,9

6,9

7,0

7,1

7,3

7,5

7,9

8,1

-

Argentina

2,0

2,0

2,0

2,0

1,9

2,0

2,2

2,3

2,5

2,6

2,8

2,9

Austrália

7,3

-

7,7

-

8,2

-

8,4

-

8,5

-

-

-

Brasil

-

1,0

1,0

1,1

1,2

1,3

1,3

1,3

1,3

1,4

-

-

Canadá

7,2

7,5

7,4

7,7

8,1

8,3

8,4

8,9

9,1

8,6

8,6

-

China

1,0

1,0

1,1

1,2

1,2

1,5

1,6

1,9

2,1

1,5

1,6

1,7

Cingapura

7,9

7,7

8,4

9,4

9,7

10,3

10,0

10,0

9,4

10,2

10,3

10,4

Coréia

5,1

6,3

6,4

6,8

6,9

7,9

8,6

9,5

10,0

10,4

11,1

11,9

Espanha

4,7

4,7

4,8

5,2

5,4

5,7

5,8

5,9

6,3

6,9

7,1

7,0

Estados Unidos

9,3

9,5

9,7

10,2

9,8

9,6

9,6

9,5

-

-

-

-

França

6,7

6,8

7,1

7,4

7,7

7,7

7,9

8,2

8,4

8,8

9,0

-

Itália

2,9

2,9

3,0

2,9

3,0

3,4

3,6

3,7

3,8

4,1

4,2

4,3

Japão

9,8

10,0

9,6

10,1

10,1

10,4

10,4

10,4

10,0

10,1

10,2

10,2

México

-

0,6

0,8

0,9

1,0

1,1

0,9

0,9

0,9

1,0

1,0

1,0

Portugal

3,3

3,5

3,7

4,0

4,0

4,1

4,8

5,5

7,9

8,8

9,4

9,9

Reino Unido

5,7

6,1

6,5

7,1

7,4

7,9

8,0

7,9

7,9

8,1

8,2

8,4

Rússia

7,8

7,8

7,4

7,3

7,1

6,8

6,7

6,6

6,4

6,4

6,3

6,3

Fonte(s): Organisation for Economic Co-operation and Development, Main Science and Technology Indicators, 2013/1 e Brasil: Coordenação-Geral de Indicadores (CGIN) – ASCAV/SEXEC – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Elaboração: Coordenação-Geral de Indicadores (CGIN) – ASCAV/SEXEC – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Atualizada em: 06/12/2013

A economia do Vale do Silício, onde estão as grandes empresas americanas de internet e a Universidade Stanford, é um dos principais motores da recuperação americana _ tem crescido o dobro da média nacional. Apesar de existirem no Brasil algumas poucas iniciativas entre o setor privado e as instituições de ensino, ainda há muita resistência.

A cultura brasileira é um misto de ausência de conhecimento sobre o setor privado com uma cultura preconceituosa contra o capitalismo. Atualmente, a maioria dos professores que ocupam posição de chefia, ainda ruminam os anos da ditadura com uma dose de comunismo para todos, exceto para quem está no comando.

A inovação que é desenvolvida em Israel é classificada como sendo uma inovação disruptiva, ou radical, do tipo que criam novos nichos de mercados _ ao contrário da inovação incremental, que melhoram tecnologias previamente existentes.

As inovações disruptivas são as responsáveis pelo crescimento alavancado de nações com rendas acima da média ou alta renda, já que criam novos mercados possibilitando que outros países pobres comprem suas novidades.

Como mostra o exemplo israelense, o caminho da inovação é longo, mas costuma ser recompensador.

Referências Bibliográficas

Vejam nas legendas das figuras

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