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DROGAS: o que são e o que fazem com nosso cérebro? ECSTASY, A DROGA DEGENERATIVA

DROGAS: o que são e o que fazem com nosso cérebro?

ECSTASY, A DROGA DEGENERATIVA

Edição Vol. 2, N. 02, 20 de Outubro de 2014

DOI: http://dx.doi.org/10.15729/nanocellnews.2014.10.19.003

Às vezes chamada de a pílula da festa ou droga do amor, o ecstasy é uma substância química e vem em comprimidos. A droga está sendo cada vez mais usada em todo o mundo, mas seus perigos são frequentemente subestimados. Aqui estão os fatos.

O Ecstasy tornou-se amplamente usado primeiramente com o surgimento da música Techno ou música eletrônica e em festas conhecidas como raves, onde os usuários ficam acordados toda a noite, dançando por horas a fio. Hoje, o ecstasy também é levado em bares, casas noturnas e outros locais onde as pessoas se encontram para se divertir.

Com o que o Ecstasy se parece?

O Ecstasy geralmente vem em comprimidos de várias formas e cores, muitas vezes com vários desenhos estampados sobre eles (corações, estrelas, borboletas, trevos, etc). Estas marcas não são garantia da qualidade ou pureza do produto. O Ecstasy é principalmente engolido a seco, mas às vezes pode ser inalado, fumado ou injetado por via intravenosa. A dose de MDMA em um comprimido pode variar de 12 mg até 131 mg, de modo que os efeitos também podem variar consideravelmente (Figura 1).

O Ecstasy é parte de uma nova categoria de substâncias que surgiram com os avanços da química: as drogas sintéticas.

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Figura 1: Comprimidos de Ecstasy ou MDMA

Uma Breve História do MDMA

Originalmente, os comprimidos vendidos como ecstasy contêm um determinado produto químico, o MDMA (3,4-metilenodioximetanfetamina), que era responsável por seus efeitos psicoativos. Mas hoje em dia, as drogas vendidas como ecstasy contêm frequentemente outras substâncias. A molécula MDMA pode ou não estar presente, e pode ser misturado com outras substâncias: estimulantes tais como a anfetamina, metanfetamina, cafeína, e efedrina; alucinógenos como o LSD, PCP, ketamina, nexus e PMA (parametoxianfetamina); esteróides anabolizantes; e analgésicos (como a aspirina). O ecstasy pode também ser misturado com o amido de milho, ou mesmo com sabão ou detergentes (1) (Uma pesquisa do perito criminal Dr. José Luiz da Costa, da Polícia Científica de São Paulo, em colaboração conosco).

O MDMA foi desenvolvido na Alemanha em 1914, pela farmacêutica Merck, como um composto de origem a ser utilizado para sintetizar outros produtos farmacêuticos. Durante os anos 1970, nos Estados Unidos, alguns psiquiatras começaram a usar o MDMA com uma estratégia psicoterapêutica, apesar do fato de que a droga nunca havia passado por testes clínicos formais e nem recebeu a aprovação da agência regulatória americana (Food and Drug Administration, FDA) para uso em humanos. Na verdade, foi somente no final de 2000 que o FDA aprovou o primeiro teste clínico pequeno para MDMA que iria determinar se a droga poderia ser usada com segurança em 2 sessões em curso de psicoterapia, sob condições cuidadosamente monitoradas para tratar o transtorno de estresse pós-traumático. No entanto, a droga ganhou um pequeno número de seguidores entre os psiquiatras no final de 1970 e início de 1980, com alguns até mesmo chamando-o de “penicilina para a alma”, porque se percebeu a melhora na comunicação de pacientes nas sessões de psicoteria e teria permitido aos usuários obter percepções e discernimento sobre os seus problemas. Foi também durante este período que o MDMA ou Ecstasy começou a tornar-se disponível na rua. O primeiro grande erro em querer se fazer acreditar que uma droga pode ser boa para a saúde ou para se eliminar o tráfico! O mesmo que ocorre atualmente com a maconha (sabe nada inocente!). Em 1985, o departamento antidrogas dos EUA (Drug Enforcement Administration, DEA) proibiu a droga, colocando-a na sua lista de drogas de Classe I, o que corresponde às substâncias sem valor terapêutico comprovado (2).

Mais de 11 milhões de pessoas com 12 anos ou mais relataram o uso de ecstasy pelo menos uma vez em suas vidas, de acordo com a Pesquisa Nacional sobre Uso de Drogas e Saúde de 2004. O número de usuários, em 2012, foi estimado em 440,000. Em 2013, esse número passou para 4,4% dos jovens cursando o ensino médio (3).

O relatório de pesquisa do programa de monitoramento do futuro nos EUA (Monitoring the Future, MTF) de 2012 indica que as taxas de prevalência anual de uso de “ácidos” entre estudantes universitários e adultos com idades entre 18-50 foi “muito baixa.” Em contraste, o MTF relata que, entre 12 níveis, a maconha sintética é a “segunda classe mais utilizada de droga ilícita após a maconha.” (para saber mais sobre maconha sintética e natural e seus efeitos veja em http://www.nanocell.org.br/drogas-o-que-sao-e-o-que-fazem-com-nosso-cerebro-maconha-sintetica-e-mais-perigosa-que-a-natural/) (4, 5).

Relatos da mídia indicam que uma substância sintética conhecida como “Molly”, uma droga psicoativa que pode ser semelhante ou idêntico ao MDMA (3,4-metilenodioximetanfetamina), parece estar ganhando popularidade entre os jovens. Nos verões de 2013 e 2014, várias mortes e overdoses de drogas têm sido atribuídas à Molly.

Quais são os efeitos do MDMA?

O MDMA tornou-se uma droga popular, em parte por causa dos efeitos positivos que uma pessoa pode sentir dentro de uma hora ou mais depois de tomar uma única dose. Esses efeitos incluem sentimentos de estimulação mental, calor emocional, empatia para com os outros, uma sensação geral de bem-estar e diminuição da ansiedade. Além disso, os usuários relatam a percepção sensorial melhorada como um marco da experiência com MDMA (2, 6).

Efeitos do MDMA

Efeitos indesejáveis relatados (até 1 semana ou mais pós-uso do MMDA):

  • ansiedade

  • inquietação

  • irritabilidade

  • tristeza

  • impulsividade

  • agressão

  • distúrbios do sono

  • falta de apetite

  • sede

  • interesse e prazer reduzido pelo sexo

  • reduções significativas na capacidade mental

Potenciais efeitos adversos à saúde:

  • náusea

  • calafrios

  • suando

  • rigidez involuntária da mandíbula e ranger de dentes

  • cãibras musculares

  • visão turva

  • aumento acentuado da temperatura do corpo (hipertermia)

  • desidratação

  • pressão alta

  • insuficiência cardíaca

  • insuficiência renal

  • arritmia

Os sintomas de MDMA Overdose:

  • pressão alta

  • desmaio

  • ataques de pânico

  • perda de consciência

  • convulsões

Como se pode observar, o MDMA não é uma droga benigna. O MDMA pode produzir uma variedade de efeitos adversos à saúde, incluindo náuseas, calafrios, sudorese, ranger involuntário dos dentes, cãibras musculares, e visão turva (2). A overdose com MDMA também pode ocorrer, os sintomas podem incluir a pressão arterial alta, desmaios, ataques de pânico e, em casos graves, a perda de consciência e convulsões (6).

Devido às suas propriedades estimulantes e aos ambientes em que é muitas vezes consumido, o MDMA está associado à atividade física vigorosa em períodos prolongados (2). Isso pode levar a um dos mais significativos, embora raros, efeitos adversos agudos _ um aumento acentuado da temperatura do corpo (hipertermia) (7). O tratamento da hipertermia requer atenção médica imediata, pois pode levar rapidamente à degradação muscular, o que pode, por sua vez, resultar em insuficiência renal. Além disso, a desidratação, a hipertensão e insuficiência cardíaca podem ocorrer em indivíduos susceptíveis. O MDMA também pode reduzir a eficiência de bombeamento do coração (8), de especial preocupação durante períodos de aumento da atividade física, o que complica ainda mais esses problemas.

O MDMA é rapidamente absorvido pela corrente sanguínea humana, mas uma vez no corpo, os metabólitos do MDMA interferem com a capacidade do organismo de metabolizar ou quebrar a droga (9). Como resultado, doses adicionais de MDMA podem produzir níveis sanguíneos elevados de forma inesperada, o que poderia agravar os efeitos cardiovasculares e outros efeitos tóxicos desta droga. O MDMA também interfere com o metabolismo de outros medicamentos, incluindo alguns dos adulterantes que podem ser encontrados nos comprimidos de MDMA.

Nas primeiras horas depois de tomar a droga, o MDMA produz reduções significativas na capacidade mental. Essas mudanças, particularmente aquelas que afetam a memória, podem durar até uma semana, e possivelmente mais em usuários regulares. O fato de que o MDMA marcadamente prejudica o processamento da informação enfatiza os potenciais perigos de realizar atividades complexas ou qualificadas, como dirigir um carro, enquanto sob a influência desta droga (10).

• Usar o ecstasy pode desidratá-lo e elevar a temperatura do corpo, por isso, se você estiver usando ecstasy em uma sala superaquecida onde você está envolvido em uma atividade física intensa, como a dança, você precisa manter reidratado seu corpo e tomar um pouco de ar fresco. É importante beber pequenas quantidades de líquidos não alcoólicos em intervalos regulares e urinar, além de repousar frequentemente.

 • O Ecstasy pode causar um aumento do batimento cardíaco ou seu batimento irregular, aumentar a pressão arterial, e causar vários outros problemas cardiovasculares. Para as pessoas que estão predispostas a tais problemas, o ecstasy pode torná-los especialmente grave. Em usuários regulares, o ecstasy também pode causar hepatite, por vezes muito graves ou até mesmo fatais.

 • Tomando ecstasy juntamente com outras substâncias podem-se aumentar os efeitos indesejáveis​​. Os riscos de complicações parecem aumentar com a quantidade de ecstasy tomado, sua composição química real, e a susceptibilidade individual de cada usuário.

 • O Ecstasy pode ser perigoso para as pessoas que tomam medicamentos de prescrição médica, por causa das potenciações de suas ações, particularmente com sildenafil (Viagra), certos medicamentos para a AIDS, e certos antidepressivos.

 • Tomar ecstasy é especialmente perigoso para pessoas com batimentos cardíacos irregulares, asma, epilepsia, doença renal, diabetes, fadiga crônica ou distúrbios psicológicos.

A Neurobiologia do Ecstasy (MDMA)

Ao longo de uma semana após o uso moderado da droga, muitos usuários de MDMA relatam sentir uma gama de emoções, incluindo ansiedade, agitação, irritabilidade e tristeza que, em alguns indivíduos, pode ser tão grave como uma depressão clínica verdadeira (11). Da mesma forma, a ansiedade elevada, impulsividade e agressividade, bem como distúrbios do sono, falta de apetite, e redução do interesse pelo e com o prazer do sexo têm sido observadas em usuários regulares do MDMA (12, 13) (Figura 2). Alguns desses distúrbios podem não ser diretamente atribuídos ao MDMA, mas podem estar relacionados com algumas das outras drogas que, muitas vezes são utilizadas em combinação com o MDMA, como a cocaína ou a maconha, ou com adulterantes comumente encontrados em comprimidos de Ecstasy (MDMA).

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Figura 2: À esquerda, as áreas cerebrais e suas funções que são ativadas pelo Ecstasy. Cada cor representa uma área. À direita, ilustração de uma sinapse mostrando o mecanismo de ação do Ecstasy, que inibe os transportadores de serotonina, um neurotransmissor da “felicidade”, onde fica mais tempo disponível causando os efeitos de sentimentos de estimulação mental, calor emocional, empatia para com os outros, uma sensação geral de bem-estar e diminuição da ansiedade. Uma semana após o efeito, os sintomas são outros como ansiedade, agitação, irritabilidade e tristeza que, em alguns indivíduos, pode ser tão grave como uma depressão clínica verdadeira. Da mesma forma, a ansiedade elevada, impulsividade e agressividade, bem como distúrbios do sono, falta de apetite, e redução do interesse pelo e com o prazer do sexo têm sido observadas em usuários regulares do MDMA.

A toxicidade neurológica do Ecstasy em seres humanos ainda está sendo avaliada.

A maior parte da pesquisa científica sobre os efeitos do ecstasy tem sido feito com animais, em especial os primatas não-humanos. Estes estudos revelaram degeneração nos neurônios que secretam dopamina e serotonina (Figuras 2 e 3). Tal dano cerebral pode aumentar os riscos de desenvolvimento de certas perturbações neuropsicológicas associadas à dopamina ou deficiência de serotonina (Figura 2). Em seres humanos, esses efeitos podem não ser aparentes até vários anos depois que alguém começou a tomar o ecstasy.

Após longo prazo, o consumo de ecstasy pode levar a doenças degenerativas do sistema nervoso central, ou para os transtornos mentais que podem incluir sintomas tais como depressão (Figura 3).

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Figura 3: À esquerda, foto do cérebro de uma pessoa que fez o uso do Ecstasy. As áreas menos quentes (amarelas e vermelhas), à direita do cérebro, são resultantes de perda de atividade neural. À direita, estão presentes neurônios que contêm serotonina, o neurotransmissor da “felicidade”. O painel da esquerda é o tecido cerebral de um macaco normal. Os painéis do meio e da direita ilustram a perda de terminações nervosas que contêm serotonina após a exposição ao MDMA.

Alguns estudos sugerem que os seres humanos que tomam doses repetidas de MDMA em um período curto (por exemplo, três doses com intervalos de três horas) correm um alto risco de danificar severamente as células cerebrais que produzem a dopamina e a serotonina (Figura 3). Esta neurotoxicidade pode ser irreversível.

Ecstasy e Dependência

As pessoas parecem desenvolver uma tolerância para o ecstasy de forma bastante rápida. Assim, com o uso repetido, torna-se difícil, se não impossível, para eles sentirem os mesmos efeitos que eles tiveram quando experimentaram-no da primeira vez.

Em alguns usuários, o ecstasy pode criar uma dependência psicológica. Na medida em que a dependência física está instalada, as opiniões dos especialistas variam. Como a maioria dos usuários de ecstasy apenas o toma ocasionalmente, a dependência não é muito pronunciada. Muito poucos casos de dependência específicos do ecstasy têm sido relatados na literatura. A maior parte dos problemas causados ​​pelo ecstasy surge por tomar grandes doses em uma ocasião.

Pesquisa de Monitoramento do Futuro* – Tendências na prevalência do uso de MDMA, 2002-2004

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Nota: Estes dados são de 2005 Acompanhamento da pesquisa Futuro, financiado pelo Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas, National Institutes of Health, DHHS, e realizado anualmente pela Universidade de Michigan, Instituto de Pesquisa Social. “Annual” refere-se ao uso de MDMA por pelo menos uma vez durante o ano anterior em resposta a pesquisa por um indivíduo. “30 dias” refere-se ao uso por pelo menos uma vez durante os últimos 30 dias que antecederam a pesquisa, respondida por um indivíduo.

A Drug Abuse Warning Network ou rede de atenção contra o abuso de drogas dos EUA informou que relatos de casos relacionados com o abuso de drogas nos serviços de urgência hospitalar foram 2.221 para o terceiro e quarto trimestres de 2003. A maioria dos pacientes que foram atendidos nos serviços de urgência mencionando o uso de MDMA como um fator em suas admissões durante esse período tinham idades entre 18 e 20 anos (14)

Tendências na Percepção dos Malefícios ao Uso de MDMA

Gráfico de linha que mostra a evolução dos riscos percebidos entre os dias 8 e 10 motoniveladoras, tendência mostra uma redução na harmfullness percebido 2003-2005, com o ponto mais baixo sendo 39% de 8 ª série dizendo que não há um grande risco de tentar MDMA uma ou duas vezes.

Há, no entanto, algumas notícias encorajadoras de Pesquisa de Monitoramento para o Futuro (MTF), uma pesquisa anual usada para acompanhar as tendências de abuso de drogas entre os adolescentes do ensino fundamental e médio em todo o país. Entre 2001 e 2005, o uso anual de ecstasy diminuiu 52% no oitavo ano de escolaridade, 58% no décimo ano do ensino fundamental, e 67% no 12º ano de escolaridade. A faixa etária de uso de MDMA diminuiu significativamente entre 2004-2005 entre todos os níveis escolares do ensino médio.

Em 2005, as oitavas séries do ensino fundamental relataram uma diminuição significativa na percepção de malefícios ao uso de MDMA de vez em quando. Os dados MTF também mostram que o uso de MDMA se estende por muitos subgrupos demográficos. Entre os últimos anos do ensino médio, em 2005, por exemplo, 3,9% dos brancos, 3,0% dos estudantes latino-americanos, e 1,4% dos afro-americanos relataram o uso de MDMA no ano anterior à pesquisa (15).

Quem faz uso de MDMA?

O MDMA ganhou popularidade entre os adolescentes e jovens adultos nas noitadas ou festas de fins de semana conhecidas como raves. No entanto, o perfil do usuário típico de MDMA tem mudado. Dados de epidemiologia da comunidade pelo Grupo de Trabalho do NIDA (CEWG) continuaram a relatar que o uso de MDMA se espalhou entre as populações além daqueles que fazem parte da cena noturna.

Os relatórios também indicam que o uso está se espalhando para além da juventude predominantemente branca para uma ampla gama de grupos étnicos. Em Chicago, a droga continua a ser predominantemente utilizada pela juventude branca, mas há cada vez mais relatos de seu uso por adultos afro-americanos entre vinte e trinta anos de idade. Além disso, os indicadores de Nova York sugerem que tanto a distribuição quanto o uso de drogas em clubes estão se tornando mais comum em comunidades não-branca (16).

Outra pesquisa do NIDA mostra que o MDMA também se tornou uma droga popular entre os homens gays. Os relatórios têm mostrado que alguns homens gays e bissexuais tomam MDMA e outras drogas de várias maneiras e por vias diferentes. Isto é preocupante, dado que o uso de drogas recreativas tem sido associado a comportamentos sexuais de alto risco que podem levar ao HIV ou a outras doenças sexualmente transmissíveis. Muitos homens gays nas grandes cidades relatam o uso de MDMA como parte de uma experiência de múltiplas drogas, que inclui maconha, cocaína, metanfetamina, ketamina e outras substâncias legais e ilegais (17).

Referências

1. Togni LR, Lanaro R, Resende RR, Costa JL. The Variability of Ecstasy Tablets Composition in Brazil. Journal of forensic sciences. 2014 Aug 14. PubMed PMID: 25125149. Epub 2014/08/16. Eng.

2. Parrott AC. Human psychopharmacology of Ecstasy (MDMA): a review of 15 years of empirical research. Human psychopharmacology. 2001 Dec;16(8):557-77. PubMed PMID: 12404536. Epub 2002/10/31. Eng.

3. Palamar JJ, Kamboukos D. An examination of sociodemographic correlates of ecstasy use among high school seniors in the United States. Substance use & misuse. 2014 Nov;49(13):1774-83. PubMed PMID: 24955818. Epub 2014/06/24. eng.

4. Resende RR. DROGAS: o que são e o que fazem com nosso cérebro? MACONHA SINTÉTICA É MAIS PERIGOSA QUE A NATURAL. Nanocell News. 2014 09/07/2014;1(17). Epub 09/08/2014.

5. Resende RR. DROGAS: o que são e o que fazem com nosso cérebro? USO REGULAR DA MACONHA CAUSA DANOS IRREPARÁVEIS AO SEU CÉREBRO. Nanocell News. 2014 08/26/2014;1(16). Epub 08/25/2014.

6. Morgan MJ. Ecstasy (MDMA): a review of its possible persistent psychological effects. Psychopharmacology (Berl). 2000 Oct;152(3):230-48. PubMed PMID: 11105933. Epub 2000/12/06. eng.

7. Lyles J, Cadet JL. Methylenedioxymethamphetamine (MDMA, Ecstasy) neurotoxicity: cellular and molecular mechanisms. Brain Res Brain Res Rev. 2003 May;42(2):155-68. PubMed PMID: 12738056. Epub 2003/05/10. eng.

8. Lester SJ, Baggott M, Welm S, Schiller NB, Jones RT, Foster E, et al. Cardiovascular effects of 3,4-methylenedioxymethamphetamine. A double-blind, placebo-controlled trial. Annals of internal medicine. 2000 Dec 19;133(12):969-73. PubMed PMID: 11119398. Epub 2000/12/19. eng.

9. Baggott M, Heifets B, Jones RT, Mendelson J, Sferios E, Zehnder J. Chemical analysis of ecstasy pills. JAMA. 2000 Nov 1;284(17):2190. PubMed PMID: 11056589. Epub 2000/11/01. eng.

10. Abuse. NIoD. Monitoring the Future: National Results on Adolescent Drug Use 2004.

11. Lamers CT, Ramaekers JG, Muntjewerff ND, Sikkema KL, Samyn N, Read NL, et al. Dissociable effects of a single dose of ecstasy (MDMA) on psychomotor skills and attentional performance. J Psychopharmacol. 2003 Dec;17(4):379-87. PubMed PMID: 14870949. Epub 2004/02/12. eng.

12. Parrott AC, Lasky J. Ecstasy (MDMA) effects upon mood and cognition: Before, during and after a Saturday night dance. Psychopharmacology. 1998 Oct;139(3):261-8. PubMed PMID: ISI:000076131600013. English.

13. Curran HV, Travill RA. Mood and cognitive effects of +/-3,4-methylenedioxymethamphetamine (MDMA, ‘ecstasy’): week-end ‘high’ followed by mid-week low. Addiction. 1997 Jul;92(7):821-31. PubMed PMID: 9293041. Epub 1997/07/01. eng.

14. Studies. SAaMHSAOoA. Interim National Estimates of Drug-Related Emergency Department Visits. DAWN Series D-26, DHHS Publication No. (SMA) 04-3972. Rockville, MD (2004). 2004.

15. Thompson MR, Li KM, Clemens KJ, Gurtman CG, Hunt GE, Cornish JL, et al. Chronic fluoxetine treatment partly attenuates the long-term anxiety and depressive symptoms induced by MDMA (‘Ecstasy’) in rats. Neuropsychopharmacology : official publication of the American College of Neuropsychopharmacology. 2004 Apr;29(4):694-704. PubMed PMID: 14627999. Epub 2003/11/25. eng.

16. Johnston LD, O’Malley, P. M., Bachman, J. G., & Schulenberg, J. E. Monitoring the Future national results on adolescent drug use: Overview of key findings, 2005. (NIH Publication No. 06-5882). Bethesda, MD: National Institute on Drug Abuse. (2006).

17. Group. CEW. Epidemiologic Trends in Drug Abuse: Advance Report. Bethesda, MD. December 2003.

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  • 1
  1. Tiago disse:

    usei md e preciso de ajuda mt dor de cabeça e insonia :(

    20/agosto/2017 ás 17:49

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